Heavy Metal Satanic TEST: Discografia Carro Bomba

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Discografia Carro Bomba





 Carro Bomba é
sem dúvida uma das melhores bandas brasileiras da atualidade! Com seu
último álbum chamado Carcaça, o quarto da sua ilustre carreira, ainda
quente nas prateleiras, vamos dar uma espiada rápida na sua gloriosa
trajetória roqueira.

carro_bomba_homonimo_cover
O primeiro álbum homônimo

Seu
primeiro álbum chamado simplesmente Carro Bomba, um debut de primeira
ordem, foi lançado em 2004 e, já trazia um Hard Rock bem pesado com,
pitadas em certos momentos, de um som até beirando ZZ Top mas, que na
verdade, parecia beber de fontes muito mais pesadas do calibre de bandas
como Montain ou West, Bruce and Lang. Neste álbum Fabrízio Micheloni
(Baixo) e Ricardo Bonx (bateria) detonam um groove contagiante criando
uma cama excelente para Marcello Schevano (guitarra e vocal). O vocal
escancarado e competente do Schevano não deixava dúvidas que os caras,
já no seu primeiro álbum, eram rock até o último fio de cabelo.

carro_bomba_segundo_atentado_cover
Segundo Atentado, o segundo álbum!

Para
sorte nossa, Carro Bomba continuou com o pavio aceso mas não explodiu
e, voltou com um Segundo Atentado que foi o lançamento do seu segundo
álbum. Este novo petardo é liricamente mais direto e agressivo. O som
continua ainda caminhando mais para o Hard pesadão mas, deixa escapar
elementos de Heavy Metal aqui e ali. É muito gratificante perceber que
este álbum, seguindo os padrões de qualidade do anterior, é muito bom
mesmo.

carro_bomba_nervoso_coverUm ábum Nervoso, a terceira oferenda!

Depois
deste segundo álbum, ficou claro, que a banda já havia encontrado seu
caminho, seu estilo, um caminho agora mais tenso e desaforado (Talvez
resultado desta luta inglória que é fazer rock no Brasil!) e nos brindou
com Nervoso, sua terceira oferenda, um álbum sem meias palavras
mostrando que rebeldia não é só privilégio dos adolescentes… leiam o que
o que o web site da Stay Rock falou:

"…aqui vai o último
trabalho desta banda formada por Marcello Schevano (Também da Patrulha
do Espaço) nas guitarras, Fabrízio Micheloni no baixo e Ricardo Bonx na
batera. Nervoso é um trabalho primoroso, no qual, o instrumental de
classe e fúria do tradicional e competente power trio dá todas as
possibilidades para que o Rogério Fernandes solte sua poderosa voz em
músicas, que parecem já ter nascido clássicas, como é o caso da faixa de
abertura, Punhos de Aço, bem como o blues pesado e rasgadão de Bomba
Blues e o refrão muito sugestivo da música O Foda-se II, que apregoa:
“nunca morri, mas cansei de ressuscitar”. “Nervoso” foi produzido,
mixado e masterizado em 2008 por, nada mais nada menos, que Heros Trench
e Marcello Pompeu (ambos do Korzus)." Stay Rock ( 01/ 2009)


carro_bomba_carcaca_cover

Carro
Bomba prova que, na verdade, é uma fábrica de explosivos, uma linha de
produção que à cada novo álbum supera à si mesmo e prova que esta banda
veio para ficar. Seu quarto álbum chamado Carcaça representa um salto
qualitativo e mais um avanço em termos de rock, qualidade de produção e
poder de fogo. Não existe aquela coisa típica, onde os ouvintes mais
críticos comentam que, "a banda é boa mas poderia ficar melhor com outro
músico no lugar desse ou daquele". Não! Esta banda está pronta e no
melhor da sua forma. Esta banda "já É", ela existe!!! Cheque aqui na
Internet e você só achará bons comentários! Aliás, falando nisto, Luiz
Carlos Cichetto, no seu web site A Barata, quando fez o comentário à
respeito do álbum Carcaça, não poderia ter expressado-se melhor dizendo:

"Há
tempos tenho falado e escrito que Carro Bomba é uma das melhores bandas
de Rock que surgiram no Brasil. E em todos os tempos. Desde garoto
acompanho Rock'n'Roll e compareci à centenas de shows de Rock de bandas
“nossas”. Comprei muitos discos, admiro muitas das bandas, mas estou
certo que dentre todas, Carro Bomba figura entre as melhores. Som
pesado, letras com conteúdo forte e muito bem construídas, produção
caprichada. Enfim, todos os componentes que uma grande banda de Rock
precisa. A cada disco a vem conquistando mais e mais espaço. Se no
primeiro e segundo discos eram pesados e extremamente vigorosos, a
partir da entrada de Rogério Fernandes e conseqüentemente a liberação de
Marcelo Schevano para fazer o que ele sabe de melhor, que é tocar sua
guitarra e Fabrizio detonar de uma forma como poucos aqui sabem, seu
baixo, a banda ganhou mais peso e vigor, que podem ser sentidos já no
“Nervoso”. Agora, com “Carcaça”, a superação de algo que parecia ser
insuperável: o Carro Bomba está mais pesado, mais homogêneo e mais
vigoroso. Rock Pesado para nenhuma banda gringa botar defeito, com
letras para tapar a boca de muita gente que afirma, na maioria das vezes
até com razão, que as letras do Rock feito no Brasil são extremamente
débeis... mentais... Não irei ficar aqui analisando uma a uma as musicas
do disco, pois é um trabalho único, coeso. Portanto, peguem esse
“Carcaça” e escutem da forma que quiserem: batendo cabeça ao som pesado,
ou apreciando as letras com conteúdo e forma. Enfim, escutem, ouçam e
sintam “Carcaça”, do Carro Bomba. E, aliás, ficamos esperando apenas
algo inevitável e necessário: um disco Ao Vivo da banda Carro Bomba".
Luiz Carlos Cichetto (A Barata)

Como de costume, não gosto só de
comentar mas, também enriquecer ainda mais a experiência tocando aqui,
com exclusividade o álbum todo para vocês ouvirem e depois, obviamente
prestigiarem a banda comprando o álbum e indo aos shows!  Vamos lá
moçada! Vamos prestigiar o Rock Brasileiro!

Antonio Celso Barbieri

carro_bomba_bandCarro Bomba, uma banda explosiva!

A Biografia

2003
– No dia 28/09, durante uma desenfreada festa Rock’n’Roll no bairro do
Jabaquara, em São Paulo, Fabrizio Micheloni (Baixo – Voz), Marcello
Schevano (Guitarra – Voz) e Ricardo Bonx (Bateria – Voz) unem – se para
uma simples jam session, a qual acaba se tornando uma verdadeira batalha
de instrumentos, tamanha a fluência e coesão entre os três músicos, o
que, naturalmente, os instigou a trabalhar como Banda. Para três
apresentações no Salão Duas Rodas (tradicional feira de motociclismo em
SP), em Outubro, ainda com um repertório de covers, tocaram sob o nome
de Carro Bomba. Por razões óbvias, o nome ficou.

2004 – Após
passarem o 1° semestre trabalhando o repertório para o álbum de estréia,
em Julho gravam, no Tonelada Estúdio, em SP, o homônimo “Carro Bomba”,
em apenas quatro dias. A estréia desse repertório próprio nos palcos
ocorre no dia 11/09, no Blackmore Rock Bar, em SP, junto aos brothers do
Baranga. O disco é lançado em Dezembro, sendo aclamado por público e
mídia rock do país, rapidamente transformando a banda em referência de
“Rock Pesado Cantado em Português”.

2005 – Entre shows e ensaios,
logo surgem as canções que viriam a integrar o segundo trabalho do
trio, sugestivamente batizado de “Segundo Atentado”. Gravado em Outubro,
novamente no Tonelada Estúdio, o  álbum traz, além da evolução natural
da banda, o aumento notável do peso nas músicas. Rogério Fernandes faz
uma participação vocal em “A Luz, a Paz e a Bomba”; uma espécie de
prévia do que viria a acontecer pouco tempo depois.

2006 -
Lançamento do Segundo Atentado, em Abril, seguido de uma bateria de
shows por todo o Brasil. Fecham o ano tocando no aniversário do
Manifesto Rock Bar, em SP, ao lado do Golpe de Estado.

2007 –
Após um show no Centro Cultural SP, em Fevereiro, Ricardo Bonx deixa a
banda. Ocorrem então mudanças drásticas; Fabrizio e Marcello recrutam o
baterista Fernando Minchillo, marcando a inserção de dois bumbos à
sonoridade da banda, e Rogério Fernandes vem para assumir os vocais com
seu drive potentíssimo, deixando a dupla de cordas livre para
incrementar ainda mais os arranjos das canções. O resultado dessas
mudanças logo viria à tona quando, em Dezembro, essa nova formação
adentra o Mr. Som Estúdio, em SP, para o registro de seu terceiro álbum.

2008
– “Nervoso” foi um caso clássico de “divisor de águas” na carreira de
uma banda. O disco é simplesmente uma porrada na orelha, trazendo a
perfeita combinação entre o instrumental ultra pesado e intrincado com
as letras inteligentes e repletas de poesia de rua, cantadas com feeling
impar, de forma nunca antes vista em território nacional. Porém, em
meio a todo o alvoroço, Fernando deixa a banda ainda antes do show de
lançamento, realizado em Julho no Manifesto Rock Bar, já com Heitor
Shewchenko na bateria, trazendo ainda mais peso e vigor ao já
reverenciado comboio.

2009 – A banda realiza shows maiores e mais
importantes por diversos Estados do Brasil e, simultaneamente, inicia
os trabalhos para o sucessor do “Nervoso”, decididos a superar este que é
considerado por muitos como um dos melhores álbuns da história da
Música Pesada Brasileira, figurando em altas posições em praticamente
todas as eleições de “Melhores de 2008”.

2010 – “Carcaça” é
gravado no Mr. Som Estúdio, enquanto os shows tornam-se ainda maiores,
já com um fiel público conquistado, graças à impecável performance da
banda ao vivo. São convidados a integrar o cast da
gravadora/distribuidora Laser Company, a maior do país no segmento,
junto a medalhões como Korzus, Torture Squad e Krisiun, entre outros.

2011
– Paralelamente aos preparativos para o lançamento do novo álbum,
“Carcaça”, realizam uma mini tour de três datas pelo Chile, em Março,
junto às bandas locais Tabernários, Boca Seca e Lethal Fist, deixando
ótima impressão em nossos hermanos, além da promessa de um breve e mais
abrangente retorno.




“Vamos todos dar as mãos / Opressores / Vocês vão se arrepender de
terem nascido / E eu encontro / Um motivo para rir / Da sua cara /
Mesmo sem você consentir...”
- Transgressores


Primeiro sábado
de Primavera em São Paulo. Acordei num autêntico “Ritmo de Fúria”, com
dor de cabeça, no horário que as pessoas ditas normais usam para
almoçar. Com sede, mas não de água, mas de música pesada, de música
barulhenta, estridente, berrada com a garganta e com o pulmão e a cabeça
explodindo. Musica tocada com distorção na guitarra
e tambores e caixas e pratos socados com raiva. Na estante que eu recém
reformei especialmente para guardar CDs, a discografia de uma banda que
reputo como uma das melhores que surgiram no Século XXI: Carro Bomba.


Acompanho
o trabalho dessa banda desde o início. Mas mesmo antes do inicio do
Carro Bomba já conhecia e admirava o talento de um músico excepcional,
autodidata, Marcelo Schevano. Desde a época da Patrulha do Espaço que
acompanhei durante alguns anos, sempre me admirava com o talento musical
de Marcelo. Não apenas guitarrista, mas um multi-instrumentista, que
lutou para se impor como músico, mesmo contra todas as marés contrárias.
E quando ele, juntamente com Luiz Domingues e Rodrigo Hid, outros dois
grandes instrumentistas deixaram a Patrulha seguindo caminhos
diferentes, passei a olhar também para esses caminhos. Luiz e Rodrigo
formaram com Xando Zupo, outro grande músico, a banda Pedra, enquanto o
Marcelo, irmão do Ricardo da "Baranga" se juntava em uma festa para uma
despretensiosa "Jam" com um baixista que, embora não tivesse um
histórico de grandes bandas tocava seu contrabaixo com muita competência
e uma grande dose de ensandecimento: Fabrizio Michelloni. A eles
juntara-se o baterista Ricardo Bronx e nascia um "Power Trio" dos mais
pesados que o Rock Brasil conhecera até então.


Desde esse início,
ainda em 2003 e até agora, quase dez anos depois, o Carro Bomba tem
crescido em termos de música, de letras e, principalmente em “Atitude”. E
embora a banda tenha trocado três vezes de baterista e a partir do
terceiro disco deixado de ser um Power Trio para ser um, digamos, "Power
Quartet" com a entrada do cantor Rogério Fernandes - que deu à banda um
peso ainda maior, uma definição do som para algo que, do "Rock Pesado"
misturado à influencias "Funk" do inicio, chega a ser totalmente Metal
no ultimo disco, "Carcaça", lançado em 2011 -, a pegada tem sido cada
vez mais forte e violenta e as letras cada vez mais "pesadas", saindo
das mesmices utilizadas pela maioria das bandas que desse estilo. Letras
que, podem até não ser a preocupação maior dos músicos, mas que quando
são bem elaboradas, bem feitas e com algum conteúdo social e qualidade
poética, fazem o diferencial positivo. E isso, essa preocupação com o
que estão dizendo através de sua música, o Carro Bomba sempre primou.


(Penso
o seguinte: se a música, há séculos, mesmo contra a opinião dos
puristas passou a ser a integração do instrumental com a poesia, deve
ser pensada nesses dois flancos. Mas a maioria dos compositores,
particularmente no Rock, invariavelmente desprezam a letra, a poesia,
fazendo com que ela seja apenas um "adorno necessário" à música. E
então, a maioria das letras de Rock no Brasil são feitas de qualquer
jeito, estão ali por estar. E isso acaba se refletindo na temática:
"bebida, sexo,
carro ou motos". Como se eles próprios só vivessem disso. Mas,
felizmente, existem artistas como os que formam o Carro Bomba, o Uganga,
o Psychotic Eyes que pensam nesse conjunto. Felizmente!)


“Até quando você vai rezar? / Procurando ser eterno / E se o dinheiro só pagar / Seu lugar lá no inferno?” – “Sangue de Barata”

E
então, escutar a discografia do Carro Bomba, neste primeiro dia de de
primavera, na sequencia dos lançamentos, pegando aí a evolução da banda,
é algo extremamente profícuo. Quatro discos em sete anos, uma sequencia
de "atentados" que não deixam pedra sobre pedra. A cada disco mais
peso, mais força, mais atitude "rocker". ("Nós vamos descontar no som toda nossa injúria").
O ritmo do Carro Bomba é realmente o que eles cantam nessa música:
"Ritmo de Fúria", do "Segundo Atentando". E esse ritmo é o que faz com
que o Carro Bomba se sustente como uma das maiores bandas, com lugar
merecido e destacado na história do Rock Brasil, por sua capacidade de
explodir, detonar as cabeças carentes de Rock e Atitude!


E
terminando, defino a música do Carro Bomba com uma palavra que era
sempre usada pelo Schevano desde a época da Patrulha do Espaço:
"Honeeesssto!". É isso! E se por acaso acordarem num sábado, pode ser
numa terça ou sexta de Primavera ou mesmo de Inverno, em "Ritmo de
Fúria", com vontade de escutar música honesta, pesada, com atitude e
competência, peguem a discografia do Carro Bomba e escutem no volume
mais alto que puderem. Afinal: "A Hora Agora é de Fazer Valer" (Qual
que é a sua verdade ? / Ficar aí no espelho, cheia de vaidade / Ou sair
na rua pra aprender / A se defender e ainda sorrir / Eu tô pronto pra
encarar / O que estiver por vir / Compreender que é pra poder prosperar /
Você é que não ficar aí, a esperar "
) Recado dado! Afinal, Rock não é apenas pra bater cabeça, mas também e principalmente para fazê-la pensar. E agir!!!
























Carro Bomba - 2004

 
01. O Dobro ou Nada
02. Rock 'n' Roll Machine
03. Carro Bomba
04. A Hora Agora É de Fazer Valer
05. Ode À Bohemia
06. Louco de Dar Nó
07. Sonhos
08. Crocodilagem
09. Raivosas Roedoras
10. Transgressores

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Segundo Atentado - 2006


01. Carro Bomba's Rollin'
02. Ritmo de Fúria
03. Eu Sei Mas Não Me Lembro
04. Uma Cerveja e Um Pouco Disso
05. Overdrive Rock 'n' Roll
06. A Luz, A Paz E A Bomba
07. O Pino da Granada
08. O vazio
09. Bala de Prata
10. Usina de Problemas
11. Vou Me Esbaldar

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 Nervoso - 2008

01. Punhos de aço
02. Sangue de Barata
03. Bomba blues
04. Fui
05. Válvula
06. O passageiro da agonia
07. O foda-se
08. O foda-se II
09. Intravenosa

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Carcaça - 2011

 
01. Bala Perdid


02. Queimando a Largada
03. Carcaça
04. Combustível
05. O Medo Cala a Cidade
06. Mondo Plastico
07. Blueshit
08. Corpo Fechado
09. O Foda-se III
10. Tortura (Pau Mandado)

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PRAGAS URBANAS - 2015

01 - Máquina
02 - Fuga
03 - Pragas Urbanas
04 - Esporro
05 - Arrastando Correntes
06 - Mojo
07 - Let s Blow
08 - Thrash and Roll
09 - Fantasma

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