Heavy Metal Satanic TEST: julho 2018

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Discografia Iluminato









É difícil relacionar o Brasil ao Symphonic Metal, não é? Fãs do estilo temos aos montes. Prova disso é quando as maiores bandas do gênero (como Nightwish, EpicaWithin Temptation)
passam por aqui e arrastam multidões até ao hotel. No entanto, bandas
brasileiras que apostam integralmente nessa sonoridade chegam com
dificuldade ao conhecimento do grande público. Uma vez que o Metal é
gigante e a nossa cena também, é claro que sempre há bandas fazendo de
tudo. Portanto, o estilo pode não ser consolidado aqui, mas isso não
significa que ele não exista.


Na cidade do Rio de Janeiro existe um excelente expoente que
tenta provar seu valor e movimentar os gostos da cena para esse tipo de
sonoridade clássica e orquestrada. Batizada com um antigo nome em latim,
Iluminato (em oposição sátira ao nome Illuminati) surgiu em 2009 por iniciativa do guitarrista e vocalista gutural Pablo Ferreira,
que visava uma banda capaz de unificar gêneros sublimes como Gothic e
Symphonic Metal a outros de agressão como Doom e Death Metal.


Inicialmente não foi estabelecida uma formação definida além do próprio
Pablo, uma vez que ele só pretendia oficializar os postos quando o
primeiro álbum fosse lançado, demonstrando que a banda funcionava.
Alterações na formação aconteciam com alguma frequência, principalmente
no baixo e no vocal. Vocalistas de diferentes técnicas tiveram passagem
pelo projeto, inclusive gravando demos, mas, por motivos diversos, não
se situavam. Já no âmbito da bateria, havia certa estabilidade a partir
de 2010 com Léo Peccatu (ex-Hydria e Krystal Tears), que estava sempre à disposição tanto em estúdio quanto ao vivo. Por volta dessa época, o Iluminato chegou até mesmo a abrir um show doSirenia no Rio de Janeiro.


Em 2011 a estabilidade vocal foi alcançada com a chegada de Liz Demier, que se encaixava perfeitamente nas ambições de Pablo. Com ela, lançaram via MS Metal Records, no fim daquele ano, o debut "Reflections of Humanity".
Em vista da limitação de recursos para uma gravação de alta qualidade, a
ideia era lançá-lo como um EP, mas acabou sendo decidido que seria
mesmo o primeiro álbum da banda. Gravado no estúdio pessoal de Pablo no
Rio de Janeiro e distribuído pela Voice Music, o trabalho se
mostra mais voltado para a beleza do que para a agressividade. Por mais
que momentos de clímax transcorram nas canções - com o Death Metal
falando alto por meio de uma bateria mais pegada e vocais guturais que
alternam entre o rasgado e o fechado -, a sonoridade não chega a ser
bombástica, mas é efetivamente imersiva. Com os teclados e orquestrações
por conta do próprio Pablo, a atmosfera clássica irrompe e provoca
deleite, reforçado pelo belíssimo e técnico vocal de Liz, que oscila do
lírico ao "suspirado" de acordo com o momento. Embora não seja um
trabalho conceitual, trechos narrados retirados do filme "Network"
surgem no decorrer da audição, já que a ideia é traçar um paralelo entre
o filme e o álbum, como se ele estivesse acontecendo enquanto você
ouve. Apesar disso, o conteúdo lírico das canções é independente do
filme. A obra é um exímio Symphonic Metal de qualidade que realça os
potenciais criativos e composicionais de Pablo, que assina todas as
composições. Mesmo gravado de forma independente e com limitações de
recurso, a produção geral é boa e todos os instrumentos são ouvidos com
clareza. Só a guitarra que parece levemente abafada e poderia ser um
pouco mais pesada, e a bateria, seca e claramente sampleada.


A essa altura, portando, Liz Demier estava efetivada. Apenas em 2013 as funções de baixista e baterista foram preenchidas com Bruno Araújo e
a oficialização de Léo Peccatu, mas este último durou apenas naquele
ano. Até hoje, por enquanto, a posição não foi preenchida.


Para o futuro, o Iluminato está preparando um novo álbum de
estúdio que promete grandes evoluções em todos os aspectos em comparação
com "Reflections of Humanity". Algo realmente bombástico. A expectativa
é de lançamento ainda em 2015. As gravações foram realizadas nos
Estados Unidos, enquanto a produção ocorreu na Holanda. Para executar as
complexidades da linha de bateria, buscaram um cara acostumado com
violência. Por isso a gravação do instrumento ficou a cargo de Kevin Talley (ex-Six Feet Under e Dying Fetus). Resta esperar por esse promissor trabalho!


É difícil encontrar bandas nacionais do ramo. É difícil para elas,
também, ganhar projeção no cenário do país. Mas elas existem e são
competentes. O Iluminato é um dos nomes mais promissores
atualmente e, só pelo trabalho feito no primeiro álbum, já nota-se a
pré-disposição a amadurecer e lapidar ainda mais a sonoridade e trazer
álbuns ainda mais impressionantes no futuro. Banda pra ficar de olho!





 Reflections of Humanity (2011)




01 - Helm of Blindness


02 - Hypocrisy


03 - Betrayed Soul


04 - Howard Beale


05 - Imperial Heart


06 - Aurea


07 - Diana Christensen


08 - Hell


09 - The Last Road


10 - My Astral Home













http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Iluminato

É difícil relacionar o Brasil ao Symphonic Metal, não é? Fãs do estilo temos aos montes. Prova disso é quando as maiores bandas do gênero (como Nightwish, EpicaWithin Temptation) passam por aqui e arrastam multidões até ao hotel. No entanto, bandas brasileiras que apostam integralmente nessa sonoridade chegam com dificuldade ao conhecimento do grande público. Uma vez que o Metal é gigante e a nossa cena também, é claro que sempre há bandas fazendo de tudo. Portanto, o estilo pode não ser consolidado aqui, mas isso não significa que ele não exista.
Na cidade do Rio de Janeiro existe um excelente expoente que tenta provar seu valor e movimentar os gostos da cena para esse tipo de sonoridade clássica e orquestrada. Batizada com um antigo nome em latim, o Iluminato (em oposição sátira ao nome Illuminati) surgiu em 2009 por iniciativa do guitarrista e vocalista gutural Pablo Ferreira, que visava uma banda capaz de unificar gêneros sublimes como Gothic e Symphonic Metal a outros de agressão como Doom e Death Metal.
Inicialmente não foi estabelecida uma formação definida além do próprio Pablo, uma vez que ele só pretendia oficializar os postos quando o primeiro álbum fosse lançado, demonstrando que a banda funcionava. Alterações na formação aconteciam com alguma frequência, principalmente no baixo e no vocal. Vocalistas de diferentes técnicas tiveram passagem pelo projeto, inclusive gravando demos, mas, por motivos diversos, não se situavam. Já no âmbito da bateria, havia certa estabilidade a partir de 2010 com Léo Peccatu (ex-Hydria e Krystal Tears), que estava sempre à disposição tanto em estúdio quanto ao vivo. Por volta dessa época, o Iluminato chegou até mesmo a abrir um show doSirenia no Rio de Janeiro.
Em 2011 a estabilidade vocal foi alcançada com a chegada de Liz Demier, que se encaixava perfeitamente nas ambições de Pablo. Com ela, lançaram via MS Metal Records, no fim daquele ano, o debut "Reflections of Humanity". Em vista da limitação de recursos para uma gravação de alta qualidade, a ideia era lançá-lo como um EP, mas acabou sendo decidido que seria mesmo o primeiro álbum da banda. Gravado no estúdio pessoal de Pablo no Rio de Janeiro e distribuído pela Voice Music, o trabalho se mostra mais voltado para a beleza do que para a agressividade. Por mais que momentos de clímax transcorram nas canções - com o Death Metal falando alto por meio de uma bateria mais pegada e vocais guturais que alternam entre o rasgado e o fechado -, a sonoridade não chega a ser bombástica, mas é efetivamente imersiva. Com os teclados e orquestrações por conta do próprio Pablo, a atmosfera clássica irrompe e provoca deleite, reforçado pelo belíssimo e técnico vocal de Liz, que oscila do lírico ao "suspirado" de acordo com o momento. Embora não seja um trabalho conceitual, trechos narrados retirados do filme "Network" surgem no decorrer da audição, já que a ideia é traçar um paralelo entre o filme e o álbum, como se ele estivesse acontecendo enquanto você ouve. Apesar disso, o conteúdo lírico das canções é independente do filme. A obra é um exímio Symphonic Metal de qualidade que realça os potenciais criativos e composicionais de Pablo, que assina todas as composições. Mesmo gravado de forma independente e com limitações de recurso, a produção geral é boa e todos os instrumentos são ouvidos com clareza. Só a guitarra que parece levemente abafada e poderia ser um pouco mais pesada, e a bateria, seca e claramente sampleada.
A essa altura, portando, Liz Demier estava efetivada. Apenas em 2013 as funções de baixista e baterista foram preenchidas com Bruno Araújo e a oficialização de Léo Peccatu, mas este último durou apenas naquele ano. Até hoje, por enquanto, a posição não foi preenchida.
Para o futuro, o Iluminato está preparando um novo álbum de estúdio que promete grandes evoluções em todos os aspectos em comparação com "Reflections of Humanity". Algo realmente bombástico. A expectativa é de lançamento ainda em 2015. As gravações foram realizadas nos Estados Unidos, enquanto a produção ocorreu na Holanda. Para executar as complexidades da linha de bateria, buscaram um cara acostumado com violência. Por isso a gravação do instrumento ficou a cargo de Kevin Talley (ex-Six Feet Under e Dying Fetus). Resta esperar por esse promissor trabalho!
É difícil encontrar bandas nacionais do ramo. É difícil para elas, também, ganhar projeção no cenário do país. Mas elas existem e são competentes. O Iluminato é um dos nomes mais promissores atualmente e, só pelo trabalho feito no primeiro álbum, já nota-se a pré-disposição a amadurecer e lapidar ainda mais a sonoridade e trazer álbuns ainda mais impressionantes no futuro. Banda pra ficar de olho!


 Reflections of Humanity (2011)
01 - Helm of Blindness
02 - Hypocrisy
03 - Betrayed Soul
04 - Howard Beale
05 - Imperial Heart
06 - Aurea
07 - Diana Christensen
08 - Hell
09 - The Last Road
10 - My Astral Home


http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Battle Beast












Battle Beast teve seu início em 2005, em Helsinque, Finlândia. Desde o começo, a banda passou a chamar a atenção por trabalhar um som que transita entre o Power e oHeavy Metal, aliados aos vocais femininos. Em 2008, a coisa se tornou mais séria e os membros passaram a tratar a banda como prioridade.


Apesar de utilizar a maioria dos elementos que saturaram o estilo e o
tornaram clichê, tais como teclados, partes orquestradas e sinfônicas e
refrões grudentos, a banda conseguiu se destacar por fazer um som mais
original, tanto na parte instrumental, quanto pela qualidade de sua
vocalista.




O conjunto foi destaque no Wacken Metal Battle em outros festivais pela
Europa, o que rendeu um acordo de gravação do primeiro álbum, Steel, pelo selo Nuclear Blast.

O álbum sai em 2011,  época em que o conjunto possuía a seguinte formação: Nitte Valo(vocais), Anton Kabanen (guitarra e vocais), Juuso Soinio (guitarra), Eero Sipilä  (baixo e backing vocals), Janne Björkroth (teclados), Pyry Vikki (bateria).

Steel mostra uma banda com muita personalidade e conquistou rapidamente a
mídia especializada, que rendou elogios ao conjunto, grande parte deles
destinados à Nitte Valo, por sua forma de cantar que em alguns momentos
lembra o grande Ronnie James Dio, guardadas as devidas proporções. O disco todo é excelente, mas as faixas escolhidas como single Show Me How To Die e Enter The Metal World tornaram-se mais populares.

Após o lançamento, saíram em uma turnê tocando ao lado do Nightwish.
Assim que acabou, a vocalista Nitte Valo anunciou que estava de saída, o
que abalou o conjunto e fez com que muitos colocassem em dúvida sua
continuidade. Mas a banda reagiu e rapidamente trouxeram a vocalista Noora Luohimo.
Dona de uma voz igualmente poderosa, substituiu à altura Valo, apesar
das características diferentes, o que foi bom, pois evitou comparações
entre as duas.

Já em 2013, lançaram seu segundo álbum, o incrível Battle Beast. Noora demonstrou que poderia elevar o conjunto a outro patamar, principalmente por ser muito mais versátil que Nitte.

Além de poder explorar melhor as partes sinfônicas, Noora mostrou-se
mais carismática, o que refletiu numa melhor aceitação do trabalho.
Entre os destaques, o disco estão Let It Roar, Into The Heart Of Danger e Black Ninja.
O disco teve ótimas vendas não só na Finlândia, mas em todo o
continente europeu, o que rendeu ao conjunto uma turnê ao lado das
bandas alemãs Powerwolf e U.D.O.

A popularidade dos finlandeses também cresceu graças ao grande trabalho
feito por sua gravadora, que fez o que foi possível para colocá-los em
evidência em diversos canais de comunicação.

No início de 2015, o Battle Beast solta seu terceiro álbum, Unholy Savior.
Apesar não ter o mesmo nível de seu antecessor, o disco ainda é bem
acima da média, com uma banda mais amadurecida e segura. Faixas como Lionheart, Madness e
a faixa-título, são excelentes e comprovam que estão no caminho certo
para se tornarem um dos expoentes da nova geração do Heavy/Power Metal!

 Steel - 2011




01 - Enter The Metal World


02 - Armageddon Clan


03 - The Band Of The Hawk


04 - Justice And Metal


05 - Steel


06 - Die-Hard Warrior


07 - Cyberspace


08 - Show Me How To Die


09 - Savage And Saint


10 - Iron Hand


11 - Victory


12 - Stay Black (Bonus Track)










 Battle Beast - 2013




01 - Let It Roar


02 - Out Of Control


03 - Out On The Streets


04 - Neuromancer


05 - Raven


06 - Into The Heart Of Danger


07 - Machine Revolution


08 - Golden Age


09 - Kingdom


10 - Over The Top

11 - Fight, Kill, Die

12 - Black Ninja

13 - Rain Man

14 - Shutdown (Bonus Track)



Download







 Unholy Savior - 2015




01 - Lionheart


02 - Unholy Savior


03 - I Want The World... And Everything In It


04 - Madness


05 - Sea Of Dreams


06 - Speed And Danger


07 - Touch In The Night


08 - The Black Swordsman


09 - Hero's Quest


10 - Far Far Away


11 - Angel Cry


12 - Push It To The Limit (Bonus Track)


13 - Wild Child (W.A.S.P. Cover - Japanese Bonus Track)










http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Battle Beast


Battle Beast teve seu início em 2005, em Helsinque, Finlândia. Desde o começo, a banda passou a chamar a atenção por trabalhar um som que transita entre o Power e oHeavy Metal, aliados aos vocais femininos. Em 2008, a coisa se tornou mais séria e os membros passaram a tratar a banda como prioridade.
Apesar de utilizar a maioria dos elementos que saturaram o estilo e o tornaram clichê, tais como teclados, partes orquestradas e sinfônicas e refrões grudentos, a banda conseguiu se destacar por fazer um som mais original, tanto na parte instrumental, quanto pela qualidade de sua vocalista.
O conjunto foi destaque no Wacken Metal Battle em outros festivais pela Europa, o que rendeu um acordo de gravação do primeiro álbum, Steel, pelo selo Nuclear Blast.
O álbum sai em 2011,  época em que o conjunto possuía a seguinte formação: Nitte Valo(vocais), Anton Kabanen (guitarra e vocais), Juuso Soinio (guitarra), Eero Sipilä  (baixo e backing vocals), Janne Björkroth (teclados), Pyry Vikki (bateria).
Steel mostra uma banda com muita personalidade e conquistou rapidamente a mídia especializada, que rendou elogios ao conjunto, grande parte deles destinados à Nitte Valo, por sua forma de cantar que em alguns momentos lembra o grande Ronnie James Dio, guardadas as devidas proporções. O disco todo é excelente, mas as faixas escolhidas como single Show Me How To Die e Enter The Metal World tornaram-se mais populares.
Após o lançamento, saíram em uma turnê tocando ao lado do Nightwish. Assim que acabou, a vocalista Nitte Valo anunciou que estava de saída, o que abalou o conjunto e fez com que muitos colocassem em dúvida sua continuidade. Mas a banda reagiu e rapidamente trouxeram a vocalista Noora Luohimo. Dona de uma voz igualmente poderosa, substituiu à altura Valo, apesar das características diferentes, o que foi bom, pois evitou comparações entre as duas.
Já em 2013, lançaram seu segundo álbum, o incrível Battle Beast. Noora demonstrou que poderia elevar o conjunto a outro patamar, principalmente por ser muito mais versátil que Nitte.
Além de poder explorar melhor as partes sinfônicas, Noora mostrou-se mais carismática, o que refletiu numa melhor aceitação do trabalho. Entre os destaques, o disco estão Let It Roar, Into The Heart Of Danger e Black Ninja. O disco teve ótimas vendas não só na Finlândia, mas em todo o continente europeu, o que rendeu ao conjunto uma turnê ao lado das bandas alemãs Powerwolf e U.D.O.
A popularidade dos finlandeses também cresceu graças ao grande trabalho feito por sua gravadora, que fez o que foi possível para colocá-los em evidência em diversos canais de comunicação.
No início de 2015, o Battle Beast solta seu terceiro álbum, Unholy Savior. Apesar não ter o mesmo nível de seu antecessor, o disco ainda é bem acima da média, com uma banda mais amadurecida e segura. Faixas como Lionheart, Madness e a faixa-título, são excelentes e comprovam que estão no caminho certo para se tornarem um dos expoentes da nova geração do Heavy/Power Metal!
 Steel - 2011
01 - Enter The Metal World
02 - Armageddon Clan
03 - The Band Of The Hawk
04 - Justice And Metal
05 - Steel
06 - Die-Hard Warrior
07 - Cyberspace
08 - Show Me How To Die
09 - Savage And Saint
10 - Iron Hand
11 - Victory
12 - Stay Black (Bonus Track)


 Battle Beast - 2013
01 - Let It Roar
02 - Out Of Control
03 - Out On The Streets
04 - Neuromancer
05 - Raven
06 - Into The Heart Of Danger
07 - Machine Revolution
08 - Golden Age
09 - Kingdom
10 - Over The Top
11 - Fight, Kill, Die
12 - Black Ninja
13 - Rain Man
14 - Shutdown (Bonus Track)

Download


 Unholy Savior - 2015
01 - Lionheart
02 - Unholy Savior
03 - I Want The World... And Everything In It
04 - Madness
05 - Sea Of Dreams
06 - Speed And Danger
07 - Touch In The Night
08 - The Black Swordsman
09 - Hero's Quest
10 - Far Far Away
11 - Angel Cry
12 - Push It To The Limit (Bonus Track)
13 - Wild Child (W.A.S.P. Cover - Japanese Bonus Track)


http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Dismember









Uma
das primeiras bandas européias de Death Metal era DISMEMBER, que foi
formada em 1988, com o trio sueco de Robert Senneback
(vocalista-baixista), David Blomqvist (guitarra) e Fred Estby
(baterista).
Essa
formação durou apenas pouco mais de um ano, mas durante esse período
foram altamente ativa revelando dois demos como "Dismembered" e "Last
Blasphemies".
Tendo
assinado com gravadora alemã Nuclear Blast, a banda começou a trabalhar
duro na composição de novas músicas, e é assim que DISMEMBER tem grande
atenção por parte da cena em 1991, quando seu álbum de estréia foi
confiscado pela alfândega britânica e australiana
por ser "indecente e obsceno" (daí o título do seu álbum de 1993); a
banda batizou seu segundo álbum completo, bem como, indecente e
obscena, como um ato de protesto e rebelião contra as políticas contra a
arte que se desenvolveram em seu primeiro estúdio, também serviu-los
como boa inspiração quando
para compor. Face
ao exposto e, como resultado paradoxal "lei" de alguns países aclamação
de ser avançado (mas que não têm quase nada, mas olhar para as
provações que enfrentaram grandes personalidades do gênero, como o
julgamento na Polônia
contra
Nergal por sua temática contra Católica) religião, mas neste caso foi
positivo, embora não deva ser essa lógica, uma vez que o processo
judicial de volta tiro nome DISMEMBER na vanguarda da então nova onda de
atos
deu vida ao Death Metal. A
banda excursionou pela Europa como um ato de abertura para MORBID
ANGEL, em Junho de 1991, mas estas datas foram reduzidas devido a
divergências entre os dois atos.
Depois
vieram mais apresentações ao vivo para Dismember aparições como
importantes que ajudaram a banda a ser lançado de forma magistral, que
estava ao lado da grande banda Death, Pestilence, Obituário, ASFIXIA,
DEICIDE, MORBID ANGEL e NAPALM DEATH.
Após
um período de concertos intensos, DISMEMBER cobrado novamente em
estudos no início de 1995 com seu terceiro placa intitulada "Capacidade
de extermínio em massa" e, em seguida, como parte dos eventos
organizados pela Nuclear Blast Records agido com labelmates MESHUGGAH,
HIPOCRISIA
e Benediction.A
banda para este tempo passando por um momento terrível em sua carreira,
e depois de já ter o seu estilo musical encarnado por seus três
primeiros LPs, soube-se que DISMEMBER seria anunciado como o headliner
do festival "Armageddon Generation" por
Junho
de 2002, a Europa na vanguarda de uma lista importante de atos
reconhecidos como SINISTRO, Necrophobic, Septicflesh, BLOOD RED TRONO e
mercenário.
Em
uma boa forma contínua a banda como um criador gigante dos cena Death
Metal europeu, graças a seus vários álbuns e apresentações ao vivo.
Mas
todo o fim da banda em 2011, deixando oito grandes discos, que eram
pedras angulares para a fortificação da cena do metal mundial, mas,
infelizmente, os membros queriam tomar novas e diferentes formas que
terminam assim DISMEMBER.
Só o tempo dirá se um dia esta grande banda revive ...Como um ribeiro Everflowing, lançado em 1991, é o primeiro álbum full-length. A
discografia deste muito importante na criação da banda de Death Metal
começa muito boa forma e também com considerável controvérsia, uma vez
que o álbum foi proibido no Reino Unido e na Austrália, que por sua vez
veio a desencadear Você escândalo para a banda, que
é
claro que eu ajudar a divulgar a banda, de modo que a proibição de seu
primeiro álbum foi uma faca de dois gumes, que ganhou a banda.
A
guitarra é muito dinâmico e altamente influenciado thrash metal, é
ouvido em todos os lugares que a atmosfera de riffs cativantes e com
bastante repetição;
embora,
é claro, também compartilham originalidade, torna-se a brutalidade, o
mesmo que criou o Death Metal é ouvido, apesar de ter levado ele para
ter uma produção melhor.
A bateria é bastante regular, uma vez que tem seus momentos, mas mexe-se ser demasiado repetitivo e muito básico; na verdade, não mostra nada. E do lado da voz, se você pode dizer que foi muito bom, tem um tom original e brutal.Indecente e obscena, lançado em 1993, é o segundo álbum full-length. Com
uma melhor produção e uma muito grande em termos da dinâmica
composição, a banda conseguiu um incrivelmente bom material em que tal
brutalidade foi para cima e a melodia;
E se ele ainda está muito presente e estilo da banda está fazendo uma música muito seco. A
guitarra é interessante em tudo o que surge, por exemplo, existem
algumas progressões e alguns andamentos lentos com incorporação do
Groove;
e com apenas que ajudar muito os gigantes da música. A
bateria mudou um monte de atitude, é agora mais dinâmico e variado, com
bateristas mais velhos que estão sempre no mix de notar, também é uma
boa gestão dos elementos da bateria.
E a voz continuou com o seu tom característico, que é brutal, assim como a música, mas totalmente compreensível.Gigantesca capacidade de Matar, lançado em 1995, é o terceiro álbum de estúdio. Vindo hit, como os dois trabalhos anteriores, o álbum foi um marco no Death Metal, criando um estilo muito particular; fatores
de produção continuou a melhorar, este álbum é tudo muito nítido, com
um excelente mix porque tudo é feito ouvir em grande forma.
A
guitarra é muito cativante em suas linhas de variedade em tempos, a
brutalidade e adotar uma forma particular de melodia, é interessante
notar que dentro da brutalidade fazer coisas melodicamente falando sem
desembarque no Melo-Morte;
os solos são melhores do que nunca, ajudando tanto estilo como cativante. A
bateria é tão boa que complementa muito bem com riffs, ritmos marcaram a
grande essência de brutalidade e variedade, boa coordenação para enviar
linhas realmente compacto, que mistura muito bem com o resto dos
instrumentos, mesmo com
o baixo que tem uma participação clara. E a voz torna-se um pouco menor para fortalecer a brutalidade, mas só um pouco, porque ainda é tão frio e compreensível.Death Metal, lançado em 1997, é o quarto álbum de estúdio. Agora,
com um passo para trás na produção, conseguem colocar tudo o que eu
propositadamente para fazer a música algo muito mais escura, por isso
não é algo errado ou acidentalmente, mas algo totalmente pensado que
reforçaria a experimentação da banda.
Na
abordagem de Death metal, como apropósito é o nome do disco, arremesso e
mistura dificilmente são bem sucedidos, mas para ramos escuras como
preto, Doom ou até mesmo alguns Folk, isto toda a interessante;
Desde a guitarra, baixo e bateria são bem fundamentadas e ouve tudo bem dentro da sua quota. A melodia na guitarra é maior, mas como já disse, muito escuro; como eles se tornaram muitos dos ritmos mais lentos, sugerindo certos fundamentos da Perdição. E a voz é tão esmagadora e muito original como sempre.Ódio campanha, lançada em 2000, é o quinto álbum de estúdio. Desde
o último álbum da banda entrou em uma fase de brutalidade, e de alguma
forma eles conseguiram, abandonando assim grandes adições de melodia e
ritmos muito cativante;
produção
ainda é bom, é muito clara e com boa mistura, mas o melhor trabalho
nesta área, como na realização composição na "Capacidade de extermínio
em massa", mas é preciso esclarecer que não é um álbum ruim, apenas em
alguns
As coisas estavam em jogo. Mostrando
riffs agradáveis ​​e uma distorção tom geral imundo, tentando atender
com eficácia a brutalidade em sua forma mais ampla;
único que vale a pena, tem um grande papel, talvez mais propôs que riffs repetitivos. A bateria tem uma grande performance, a produção também ajuda a ele para mostrar cada uma das coisas que ele faz; mistura tema dentro da banda produções isso tem sido sempre um ponto brilhante. E, finalmente, temos a voz, o que parece mais claro do que nunca, essa
pequena mudança é controverso, porque é a única coisa que virou
ultra-violento.
Onde Ironcrosses Crescer, lançado em 2004, é o sexto álbum de estúdio. Fortemente
neste ato, eles conseguiram lançar um disco literalmente infernal,
embora a melodia brilhar "Capacidade de extermínio em massa" não está
presente conseguiu seguir o caminho da brutalidade forjado desde 1997;
e também com uma produção mais robusto que mostra um pouco desse estilo da velha escola. Os
riffs eram muito melhores do que nos dois álbuns anteriores, com muito
uso de coros e parar n 'go, que ótimo som no tom sujo que ainda preserva
a guitarra em produção;
também mostraram alguns solos, mas os poucos que aparecem são de qualidade superior. A
bateria parece ser mais dinâmico e motivado do que nunca, apesar do
segundo álbum começou a mostrar um desempenho muito marcante, este álbum
consegue colocar uma alta dose de poder e alcance, é certamente um
grande controle de potência e coordenação.
A voz com um tom mais alto do que o recorde anterior, alcançado tornar as coisas muito mais duras.O Deus que nunca foi, lançado em 2006, é o sétimo álbum full-length. Continuar
a melhorar seu estilo, porque depois do bom gosto que deu ao álbum
anterior, a música agarra com as duas mãos e joga forma muito brutal com
um certo retorno de melodia, mas não muito;
a
produção de novos, como é típico dessa banda é muito boa em uma clareza
de som, os tons dos instrumentos (por exemplo, a guitarra tem um som
excelente, como uma serra elétrica, mas sem sujar tudo de som)
e
a mistura foi quase perfeita, tudo se consegue ouvir em sua forma
correta, mas mostrou falta de baixo como no segundo e terceiro álbum.
Como
dito acima, a guitarra tem grande produção de som, que dá a sensação de
estar trabalhando o tempo todo uma máquina assassina um toque de
melodia também é adicionado especialmente nos solos.
A bateria parece ter cansado em torno deste tempo; como acontece em outros casos, é talvez o instrumento banda mais consistente ao longo de seus anos. E a voz parece ter uma coleção de estilos, ou seja, ouvir em meio tão
enviesada já testado e tão clara como também se tornou aparente algum
tempo.
Dismember, lançado em 2008, é o oitavo álbum full-length. É bom ver essas bandas clássicas como este que fazem as coisas tão bem depois de tantos anos de luta; estilo pesado, a seco da banda com um pouco de melodia é mostrado, embora seja batidas muito subtis melodias, não existem. Você
também tem que demarcar muito bem o que foi a produção que destaca a
grande música dentro do seu som pesado, mas ainda está faltando o baixo
na mistura, se nunca tivessem mostrado menos grave extrañable, mas eles
já tinham feito
! A guitarra e bateria são apontado por seus respectivos lados; geralmente
muito mostra o estilo da banda, ou seja, uma guitarra com riffs
mid-tempo e muito alongado, quase Groove e uma bateria que é diferente,
dando uma cadeira velocidade muito emocionante.
E a voz em seu próprio país, então, envia vários gritos com tom de grande, pesado, mas inteligível.
























Like an Ever Flowing Stream - 1991



01. Override of the Overture

02. Soon to Be Dead

03. Bleed for Me

04. And So Is Life

05. Dismembered

06. Skin Her Alive

07. Sickening Art

08. In Death's Sleep



Download























Pieces - EP - 1992



01 - Intro

02 - Pieces

03 - I Wish You Hell

04 - Carnal Tomb

05 - Soon To Be Dead

06 - Torn Apart

07 - Pieces (Live)

08 - Reborn In Blasphemy (Live)

09 - Overide (Live)

10 - Carnal Tomb (Live)

11 - Skin Her Alive (Live)

12 - Case# Obscene (Live)

13 - I Wish You Hell (Live)

14 - Bleed For Me (Live)

15 - Deranged From Blood (Live)



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Indecent and Obscene - 1993



01. Fleshless

02. Skinfather

03. Sorrowfilled

04. Case # Obscene

05. Souldevourer

06. Reborn in Blasphemy

07. Eviscerated (Bitch)

08. 9th Circle

09. Dreaming in Red



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Casket Garden - 1995



01 - Casket_Garden_Cover

02 - Wardead

03 - Justifiable Homicide



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Massive Killing Capacity - 1995



01. I Saw Them Die

02. Massive Killing Capacity

03. On Frozen Fields

04. Crime Divine

05. To the Bone

06. Wardead

07. Hallucigenia

08. Collection by Blood

09. Casket Garden

10. Nenia

11. Life - Another Shape of Sorrow



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Misanthropic - Ep - 1997



01 - Misanthropic

02 - Pagan Saviour (Autopsy cover)

03 - Shadowlands

04 - Afterimage

05 - Shapeshifter



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Death Metal - 1997



01. Of Fire

02. Trendkiller

03. Misanthropic

04. Let the Napalm Rain

05. Live For the Fear (Of Pain)

06. Stillborn Ways

07. Killing Compassion

08. Bred For War

09. When Hatred Killed the Light

10. Ceremonial Comedy

11. Silent Are the Watchers

12. Mistweaver



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Hate Campaign - 2000



01. Suicidal Revelations

02. Questionable Ethics

03. Beyond Good and Evil

04. Retaliate

05. Enslaved to Bitterness

06. Mutual Animosity

07. Patrol 17

08. Thanatology

09. Bleeding Over

10. In Death's Cold Embrace

11. Hate Campaign



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Where Ironcrosses Grow - 2004



01. Where Ironcrosses Grow

02. Forged With Hate

03. Me-God

04. Tragedy of the Faithful

05. Chasing the Serpent

06. Where Angels Fear to Tread

07. Sword of Light

08. As the Coins Upon Your Eyes

09. Children of the Cross

10. As I Pull the Trigger



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Complete Demos - Compilation 2005



01 - Deathevokation (Dismembered Demo)

02 - Substantually Dead (Dismembered Demo)

03 - Defective Decay (Dismembered Demo)

04 - Deranged From Blood (Last Blasphemies Demo)

05 - Blasphemies Of The Flesh (Last Blasphemies Demo)

06 - Selfdissection (Last Blasphemies Demo)

07 - Intro - Dismembered (Reborn In Blasphemy Demo)

08 - Sickening Art (Reborn In Blasphemy Demo)

09 - Defective Decay (Reborn In Blasphemy Demo)



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The God That Never Was - 2006



01. The God That Never Was

02. Shadows of the Mutilated

03. Time Heals Nothing

04. Autopsy

05. Never Forget, Never Forgive

06. Trail of the Dead

07. Phantoms (of the Oath)

08. Into the Temple of Humiliation

09. Blood for Paradise

10. Feel the Darkness

11. Where No Ghost Is Holy



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Dismember - 2008



01. Death Conquers All

02. Europa Burns

03. Under A Blood Red Sky

04. The Hills Have Eyes

05. Legion

06. Tide of Blood

07. Combat Fatigue

08. No Honour In Death

09. To End It All

10. Dark Depths

11. Black Sun



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http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Dismember

Uma das primeiras bandas européias de Death Metal era DISMEMBER, que foi formada em 1988, com o trio sueco de Robert Senneback (vocalista-baixista), David Blomqvist (guitarra) e Fred Estby (baterista). Essa formação durou apenas pouco mais de um ano, mas durante esse período foram altamente ativa revelando dois demos como "Dismembered" e "Last Blasphemies". Tendo assinado com gravadora alemã Nuclear Blast, a banda começou a trabalhar duro na composição de novas músicas, e é assim que DISMEMBER tem grande atenção por parte da cena em 1991, quando seu álbum de estréia foi confiscado pela alfândega britânica e australiana por ser "indecente e obsceno" (daí o título do seu álbum de 1993); a banda batizou seu segundo álbum completo, bem como, indecente e obscena, como um ato de protesto e rebelião contra as políticas contra a arte que se desenvolveram em seu primeiro estúdio, também serviu-los como boa inspiração quando para compor. Face ao exposto e, como resultado paradoxal "lei" de alguns países aclamação de ser avançado (mas que não têm quase nada, mas olhar para as provações que enfrentaram grandes personalidades do gênero, como o julgamento na Polônia contra Nergal por sua temática contra Católica) religião, mas neste caso foi positivo, embora não deva ser essa lógica, uma vez que o processo judicial de volta tiro nome DISMEMBER na vanguarda da então nova onda de atos deu vida ao Death Metal. A banda excursionou pela Europa como um ato de abertura para MORBID ANGEL, em Junho de 1991, mas estas datas foram reduzidas devido a divergências entre os dois atos. Depois vieram mais apresentações ao vivo para Dismember aparições como importantes que ajudaram a banda a ser lançado de forma magistral, que estava ao lado da grande banda Death, Pestilence, Obituário, ASFIXIA, DEICIDE, MORBID ANGEL e NAPALM DEATH. Após um período de concertos intensos, DISMEMBER cobrado novamente em estudos no início de 1995 com seu terceiro placa intitulada "Capacidade de extermínio em massa" e, em seguida, como parte dos eventos organizados pela Nuclear Blast Records agido com labelmates MESHUGGAH, HIPOCRISIA e Benediction.A banda para este tempo passando por um momento terrível em sua carreira, e depois de já ter o seu estilo musical encarnado por seus três primeiros LPs, soube-se que DISMEMBER seria anunciado como o headliner do festival "Armageddon Generation" por Junho de 2002, a Europa na vanguarda de uma lista importante de atos reconhecidos como SINISTRO, Necrophobic, Septicflesh, BLOOD RED TRONO e mercenário. Em uma boa forma contínua a banda como um criador gigante dos cena Death Metal europeu, graças a seus vários álbuns e apresentações ao vivo. Mas todo o fim da banda em 2011, deixando oito grandes discos, que eram pedras angulares para a fortificação da cena do metal mundial, mas, infelizmente, os membros queriam tomar novas e diferentes formas que terminam assim DISMEMBER. Só o tempo dirá se um dia esta grande banda revive ...Como um ribeiro Everflowing, lançado em 1991, é o primeiro álbum full-length. A discografia deste muito importante na criação da banda de Death Metal começa muito boa forma e também com considerável controvérsia, uma vez que o álbum foi proibido no Reino Unido e na Austrália, que por sua vez veio a desencadear Você escândalo para a banda, que é claro que eu ajudar a divulgar a banda, de modo que a proibição de seu primeiro álbum foi uma faca de dois gumes, que ganhou a banda. A guitarra é muito dinâmico e altamente influenciado thrash metal, é ouvido em todos os lugares que a atmosfera de riffs cativantes e com bastante repetição; embora, é claro, também compartilham originalidade, torna-se a brutalidade, o mesmo que criou o Death Metal é ouvido, apesar de ter levado ele para ter uma produção melhor. A bateria é bastante regular, uma vez que tem seus momentos, mas mexe-se ser demasiado repetitivo e muito básico; na verdade, não mostra nada. E do lado da voz, se você pode dizer que foi muito bom, tem um tom original e brutal.Indecente e obscena, lançado em 1993, é o segundo álbum full-length. Com uma melhor produção e uma muito grande em termos da dinâmica composição, a banda conseguiu um incrivelmente bom material em que tal brutalidade foi para cima e a melodia; E se ele ainda está muito presente e estilo da banda está fazendo uma música muito seco. A guitarra é interessante em tudo o que surge, por exemplo, existem algumas progressões e alguns andamentos lentos com incorporação do Groove; e com apenas que ajudar muito os gigantes da música. A bateria mudou um monte de atitude, é agora mais dinâmico e variado, com bateristas mais velhos que estão sempre no mix de notar, também é uma boa gestão dos elementos da bateria. E a voz continuou com o seu tom característico, que é brutal, assim como a música, mas totalmente compreensível.Gigantesca capacidade de Matar, lançado em 1995, é o terceiro álbum de estúdio. Vindo hit, como os dois trabalhos anteriores, o álbum foi um marco no Death Metal, criando um estilo muito particular; fatores de produção continuou a melhorar, este álbum é tudo muito nítido, com um excelente mix porque tudo é feito ouvir em grande forma. A guitarra é muito cativante em suas linhas de variedade em tempos, a brutalidade e adotar uma forma particular de melodia, é interessante notar que dentro da brutalidade fazer coisas melodicamente falando sem desembarque no Melo-Morte; os solos são melhores do que nunca, ajudando tanto estilo como cativante. A bateria é tão boa que complementa muito bem com riffs, ritmos marcaram a grande essência de brutalidade e variedade, boa coordenação para enviar linhas realmente compacto, que mistura muito bem com o resto dos instrumentos, mesmo com o baixo que tem uma participação clara. E a voz torna-se um pouco menor para fortalecer a brutalidade, mas só um pouco, porque ainda é tão frio e compreensível.Death Metal, lançado em 1997, é o quarto álbum de estúdio. Agora, com um passo para trás na produção, conseguem colocar tudo o que eu propositadamente para fazer a música algo muito mais escura, por isso não é algo errado ou acidentalmente, mas algo totalmente pensado que reforçaria a experimentação da banda. Na abordagem de Death metal, como apropósito é o nome do disco, arremesso e mistura dificilmente são bem sucedidos, mas para ramos escuras como preto, Doom ou até mesmo alguns Folk, isto toda a interessante; Desde a guitarra, baixo e bateria são bem fundamentadas e ouve tudo bem dentro da sua quota. A melodia na guitarra é maior, mas como já disse, muito escuro; como eles se tornaram muitos dos ritmos mais lentos, sugerindo certos fundamentos da Perdição. E a voz é tão esmagadora e muito original como sempre.Ódio campanha, lançada em 2000, é o quinto álbum de estúdio. Desde o último álbum da banda entrou em uma fase de brutalidade, e de alguma forma eles conseguiram, abandonando assim grandes adições de melodia e ritmos muito cativante; produção ainda é bom, é muito clara e com boa mistura, mas o melhor trabalho nesta área, como na realização composição na "Capacidade de extermínio em massa", mas é preciso esclarecer que não é um álbum ruim, apenas em alguns As coisas estavam em jogo. Mostrando riffs agradáveis ​​e uma distorção tom geral imundo, tentando atender com eficácia a brutalidade em sua forma mais ampla; único que vale a pena, tem um grande papel, talvez mais propôs que riffs repetitivos. A bateria tem uma grande performance, a produção também ajuda a ele para mostrar cada uma das coisas que ele faz; mistura tema dentro da banda produções isso tem sido sempre um ponto brilhante. E, finalmente, temos a voz, o que parece mais claro do que nunca, essa pequena mudança é controverso, porque é a única coisa que virou ultra-violento.Onde Ironcrosses Crescer, lançado em 2004, é o sexto álbum de estúdio. Fortemente neste ato, eles conseguiram lançar um disco literalmente infernal, embora a melodia brilhar "Capacidade de extermínio em massa" não está presente conseguiu seguir o caminho da brutalidade forjado desde 1997; e também com uma produção mais robusto que mostra um pouco desse estilo da velha escola. Os riffs eram muito melhores do que nos dois álbuns anteriores, com muito uso de coros e parar n 'go, que ótimo som no tom sujo que ainda preserva a guitarra em produção; também mostraram alguns solos, mas os poucos que aparecem são de qualidade superior. A bateria parece ser mais dinâmico e motivado do que nunca, apesar do segundo álbum começou a mostrar um desempenho muito marcante, este álbum consegue colocar uma alta dose de poder e alcance, é certamente um grande controle de potência e coordenação. A voz com um tom mais alto do que o recorde anterior, alcançado tornar as coisas muito mais duras.O Deus que nunca foi, lançado em 2006, é o sétimo álbum full-length. Continuar a melhorar seu estilo, porque depois do bom gosto que deu ao álbum anterior, a música agarra com as duas mãos e joga forma muito brutal com um certo retorno de melodia, mas não muito; a produção de novos, como é típico dessa banda é muito boa em uma clareza de som, os tons dos instrumentos (por exemplo, a guitarra tem um som excelente, como uma serra elétrica, mas sem sujar tudo de som) e a mistura foi quase perfeita, tudo se consegue ouvir em sua forma correta, mas mostrou falta de baixo como no segundo e terceiro álbum. Como dito acima, a guitarra tem grande produção de som, que dá a sensação de estar trabalhando o tempo todo uma máquina assassina um toque de melodia também é adicionado especialmente nos solos. A bateria parece ter cansado em torno deste tempo; como acontece em outros casos, é talvez o instrumento banda mais consistente ao longo de seus anos. E a voz parece ter uma coleção de estilos, ou seja, ouvir em meio tão enviesada já testado e tão clara como também se tornou aparente algum tempo.Dismember, lançado em 2008, é o oitavo álbum full-length. É bom ver essas bandas clássicas como este que fazem as coisas tão bem depois de tantos anos de luta; estilo pesado, a seco da banda com um pouco de melodia é mostrado, embora seja batidas muito subtis melodias, não existem. Você também tem que demarcar muito bem o que foi a produção que destaca a grande música dentro do seu som pesado, mas ainda está faltando o baixo na mistura, se nunca tivessem mostrado menos grave extrañable, mas eles já tinham feito ! A guitarra e bateria são apontado por seus respectivos lados; geralmente muito mostra o estilo da banda, ou seja, uma guitarra com riffs mid-tempo e muito alongado, quase Groove e uma bateria que é diferente, dando uma cadeira velocidade muito emocionante. E a voz em seu próprio país, então, envia vários gritos com tom de grande, pesado, mas inteligível.










Like an Ever Flowing Stream - 1991

01. Override of the Overture
02. Soon to Be Dead
03. Bleed for Me
04. And So Is Life
05. Dismembered
06. Skin Her Alive
07. Sickening Art
08. In Death's Sleep

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Pieces - EP - 1992

01 - Intro
02 - Pieces
03 - I Wish You Hell
04 - Carnal Tomb
05 - Soon To Be Dead
06 - Torn Apart
07 - Pieces (Live)
08 - Reborn In Blasphemy (Live)
09 - Overide (Live)
10 - Carnal Tomb (Live)
11 - Skin Her Alive (Live)
12 - Case# Obscene (Live)
13 - I Wish You Hell (Live)
14 - Bleed For Me (Live)
15 - Deranged From Blood (Live)

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Indecent and Obscene - 1993

01. Fleshless
02. Skinfather
03. Sorrowfilled
04. Case # Obscene
05. Souldevourer
06. Reborn in Blasphemy
07. Eviscerated (Bitch)
08. 9th Circle
09. Dreaming in Red

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Casket Garden - 1995

01 - Casket_Garden_Cover
02 - Wardead
03 - Justifiable Homicide

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Massive Killing Capacity - 1995

01. I Saw Them Die
02. Massive Killing Capacity
03. On Frozen Fields
04. Crime Divine
05. To the Bone
06. Wardead
07. Hallucigenia
08. Collection by Blood
09. Casket Garden
10. Nenia
11. Life - Another Shape of Sorrow

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Misanthropic - Ep - 1997

01 - Misanthropic
02 - Pagan Saviour (Autopsy cover)
03 - Shadowlands
04 - Afterimage
05 - Shapeshifter

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Death Metal - 1997

01. Of Fire
02. Trendkiller
03. Misanthropic
04. Let the Napalm Rain
05. Live For the Fear (Of Pain)
06. Stillborn Ways
07. Killing Compassion
08. Bred For War
09. When Hatred Killed the Light
10. Ceremonial Comedy
11. Silent Are the Watchers
12. Mistweaver

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Hate Campaign - 2000

01. Suicidal Revelations
02. Questionable Ethics
03. Beyond Good and Evil
04. Retaliate
05. Enslaved to Bitterness
06. Mutual Animosity
07. Patrol 17
08. Thanatology
09. Bleeding Over
10. In Death's Cold Embrace
11. Hate Campaign

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Where Ironcrosses Grow - 2004

01. Where Ironcrosses Grow
02. Forged With Hate
03. Me-God
04. Tragedy of the Faithful
05. Chasing the Serpent
06. Where Angels Fear to Tread
07. Sword of Light
08. As the Coins Upon Your Eyes
09. Children of the Cross
10. As I Pull the Trigger

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Complete Demos - Compilation 2005

01 - Deathevokation (Dismembered Demo)
02 - Substantually Dead (Dismembered Demo)
03 - Defective Decay (Dismembered Demo)
04 - Deranged From Blood (Last Blasphemies Demo)
05 - Blasphemies Of The Flesh (Last Blasphemies Demo)
06 - Selfdissection (Last Blasphemies Demo)
07 - Intro - Dismembered (Reborn In Blasphemy Demo)
08 - Sickening Art (Reborn In Blasphemy Demo)
09 - Defective Decay (Reborn In Blasphemy Demo)

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The God That Never Was - 2006

01. The God That Never Was
02. Shadows of the Mutilated
03. Time Heals Nothing
04. Autopsy
05. Never Forget, Never Forgive
06. Trail of the Dead
07. Phantoms (of the Oath)
08. Into the Temple of Humiliation
09. Blood for Paradise
10. Feel the Darkness
11. Where No Ghost Is Holy

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Dismember - 2008

01. Death Conquers All
02. Europa Burns
03. Under A Blood Red Sky
04. The Hills Have Eyes
05. Legion
06. Tide of Blood
07. Combat Fatigue
08. No Honour In Death
09. To End It All
10. Dark Depths
11. Black Sun

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