Heavy Metal Satanic TEST: junho 2018

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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Discografia Thalion







Em 2001, o o guitarrista Rodrigo Vinhas deu início ao seu sonho de criar uma banda e começou a selecionar os músicos que fariam parte do projeto. O primeiro a juntar-se a ele foi David Shalom (baixo), em seguida vieram Fábio Russo (guitarra), Alexandra Liambos(vocal) e por último Giancarlo Scairato (bateria).

Estava criado o Thalion, conjunto oriundo da capital paulista e que logo passaria a ser conhecido por todo o país.

Logo em seguida, a banda começou a ensaiar e compor o material que faria parte de seu primeiro álbum, que seria conceitual, com enfoque no comportamento humano.


Another Sun, disco de estréia do conjunto, saiu em 2004 e causou o verdadeiro furor na cena. Além da grande exposição em sites e revistas especializadas, o álbum rendeu ao conjunto o título de revelação do ano no Brasil e no Japão.


Além disso, o disco trazia participações mais que especiais de Michael Kiske e Andre Matos.


Falando do álbum em si, o Thalion foca do Heavy Metal Melódico, sendo que em muitas passagens seu som se aproxima do Progressive Metal.

Os músicos eram todos jovens, mas fizeram um excelente trabalho de execução, em especial a bateria, que soa muito bem no trabalho.

As faixas são muito agradáveis e, ainda que alguns digam que a voz de Alexandra é suave demais, é fato que seus vocais combinaram magistralmente com as composições do disco.

Os destaques ficam para a faixa-título e para a Follow The Way, sendo que a última tem uma versão especial com a participação de Andre Matos, que saiu apenas no mercado japonês e que é bem melhor que a original.

O disco conta ainda com duas belas baladas, Life Is A Poetry (em que o talento de Alexandra é exposto ao máximo) e The Encounter (que tem a participação mais que especial de Michael Kiske).


Em termos de produção e parte gráfica, o disco é um show a parte, sendo que trabalhou com o renomado produtor Philip Colodetti (ShamanKamelotRhapsody Of Fire).


A banda fez uma grande turnê pela América do Sul, abrindo em algumas datas para o Shaman e depois no Japão.

Muitos críticos diziam que o conjunto tinha tudo para se tornar um dos grandes nomes do Metal Melódico no Brasil, sendo comparado a nomes como Angra e Shaman.

Infelizmente, não foi o que aconteceu. Em 2005, Alexandra Liambos decidiu deixar o conjunto, mas os demais membros disseram que o Thalion continuaria normalmente e que estavam recrutando uma nova vocalista.

Sem maiores explicações, nenhuma vocalista foi anunciada e a banda acabou deixando a cena, sendo que nenhuma novidade surgiu.

Ainda assim, o Thalion se tornou uma parte importante do Metal Nacional, pois conseguiu lançar um disco muito bem produzido e com ótimas composições, sendo que Another Sun é um dos melhores álbuns de vocal feminino da história do Brasil.




 Another Sun - 2004





01 - Atmospheres


02 - Follow The Way


03 - Show The Answer


04 - Wait For Tomorrow


05 - Another Sun


06 - Solitary World


07 - Life Is A Poetry


08 - The Journey


09 - Long Farewell


10 - The Encounter (With Michael Kiske)


11 - Follow The Way (Duet Version With Andre Matos) (Japanese Bonus Track)







http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Thalion

Em 2001, o o guitarrista Rodrigo Vinhas deu início ao seu sonho de criar uma banda e começou a selecionar os músicos que fariam parte do projeto. O primeiro a juntar-se a ele foi David Shalom (baixo), em seguida vieram Fábio Russo (guitarra), Alexandra Liambos(vocal) e por último Giancarlo Scairato (bateria).
Estava criado o Thalion, conjunto oriundo da capital paulista e que logo passaria a ser conhecido por todo o país.
Logo em seguida, a banda começou a ensaiar e compor o material que faria parte de seu primeiro álbum, que seria conceitual, com enfoque no comportamento humano.
Another Sun, disco de estréia do conjunto, saiu em 2004 e causou o verdadeiro furor na cena. Além da grande exposição em sites e revistas especializadas, o álbum rendeu ao conjunto o título de revelação do ano no Brasil e no Japão.
Além disso, o disco trazia participações mais que especiais de Michael Kiske e Andre Matos.
Falando do álbum em si, o Thalion foca do Heavy Metal Melódico, sendo que em muitas passagens seu som se aproxima do Progressive Metal.
Os músicos eram todos jovens, mas fizeram um excelente trabalho de execução, em especial a bateria, que soa muito bem no trabalho.
As faixas são muito agradáveis e, ainda que alguns digam que a voz de Alexandra é suave demais, é fato que seus vocais combinaram magistralmente com as composições do disco.
Os destaques ficam para a faixa-título e para a Follow The Way, sendo que a última tem uma versão especial com a participação de Andre Matos, que saiu apenas no mercado japonês e que é bem melhor que a original.
O disco conta ainda com duas belas baladas, Life Is A Poetry (em que o talento de Alexandra é exposto ao máximo) e The Encounter (que tem a participação mais que especial de Michael Kiske).
Em termos de produção e parte gráfica, o disco é um show a parte, sendo que trabalhou com o renomado produtor Philip Colodetti (ShamanKamelotRhapsody Of Fire).
A banda fez uma grande turnê pela América do Sul, abrindo em algumas datas para o Shaman e depois no Japão.
Muitos críticos diziam que o conjunto tinha tudo para se tornar um dos grandes nomes do Metal Melódico no Brasil, sendo comparado a nomes como Angra e Shaman.
Infelizmente, não foi o que aconteceu. Em 2005, Alexandra Liambos decidiu deixar o conjunto, mas os demais membros disseram que o Thalion continuaria normalmente e que estavam recrutando uma nova vocalista.
Sem maiores explicações, nenhuma vocalista foi anunciada e a banda acabou deixando a cena, sendo que nenhuma novidade surgiu.
Ainda assim, o Thalion se tornou uma parte importante do Metal Nacional, pois conseguiu lançar um disco muito bem produzido e com ótimas composições, sendo que Another Sun é um dos melhores álbuns de vocal feminino da história do Brasil.

 Another Sun - 2004

01 - Atmospheres
02 - Follow The Way
03 - Show The Answer
04 - Wait For Tomorrow
05 - Another Sun
06 - Solitary World
07 - Life Is A Poetry
08 - The Journey
09 - Long Farewell
10 - The Encounter (With Michael Kiske)
11 - Follow The Way (Duet Version With Andre Matos) (Japanese Bonus Track)


http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

terça-feira, 19 de junho de 2018

Discografia Noturnall







Lembro quando eu era pequeno, e uma novela chamada "O Beijo do Vampiro" era transmitida pela Rede Globo no fim da tarde. Acompanhei ela inteira, e era especialmente atraído por uma das músicas que fizeram parte da trilha sonora. Algum tempo depois, não me recordo se a novela já havia acabado ou se foi durante sua transmissão ainda, meu irmão compra um disco que ele diz ter 'aquela tal música'. Era o álbum "Ritual", do Shaman, lançado em 2002 (exata época em que a novela foi transmitida), e ele continha aquela canção, chamada "Fairy Tale". Por muito tempo ouvi apenas aquela música... Eu tinha nove anos na época. Tava começando a me introduzir no mundo do Heavy Metal, e já estava ficando obcecado pelo Iron Maiden. Logo, foi questão de tempo até eu começar a ouvir ao Angra, e novamente mirar meus olhos sobre o Shaman, percebendo que "Ritual" é um disco sensacional em sua totalidade. Descobri que era muito aclamado, e que "Fairy Tale" é um dos clássicos absolutos, acolhidos pelo público headbanger de forma calorosa. Não é à toa que a canção faz parte do repertório dos shows do "gogozinho afinado" até os dias atuais.


Agora, me impressiona mesmo é como aquela banda, que à época de "Ritual" tinha tudo para ser verdadeiramente grandiosa e um forte expoente do Metal brasileiro, acabou desandando um pouco. Isso já vai desde ainda na época de Andre na linha de frente, à altura do álbum "Reason", lançado em 2005. Após um debut inspirado e um DVD com excelente repercussão, era de se esperar algo igualmente explosivo na sequência, mas não foi o que aconteceu. Claro, "Reason" é excelente, gosto demais, mas não foi muito bem recebido pelos fãs e crítica.


Após a saída de Andre Matos e dos irmãos Jesus e Jesus Jr., digo, Luís (baixo) e Hugo Mariutti (guitarra), o futuro da banda ficou bastante incerto. Porém, o baterista e fundador do grupo, Ricardo Confessori, prosseguiu com a banda, reformulando o line-up com o vocalista Thiago Bianchi, o guitarrista Léo Mancini e o baixista Fernando Quesada, além de Fabrizio di Sarno nos teclados. Tragicamente, o nome Shaman perdeu força desde então. "Immortal" (2007) e "Origins" (2010) mostraram-se ótimos álbuns, mas alguma coisa não estava funcionando e os fãs não estavam gostando tanto, como se alguma nuvem carregada estivesse pairando sobre os céus da banda, e os respingos da chuva pudessem ser sentidos nos rostos dos fãs.


Nessa tragédia de percurso, a banda perdeu força, perdeu expressão, sobrando críticas até mesmo ao vocalista Thiago Bianchi, que nunca achei ruim como alguns bravamente diziam, e sempre parecia que algo de bom poderia ser desenvolvido ali.


Pois é. As coisas se mantiveram nesse clima negativo até que, em 2013, um novo álbum foi anunciado para 2014, e detalhes da capa e do videoclipe promocional começaram a ser lentamente apresentados. Era o Shaman criando expectativas de, enfim, um álbum para rechaçar as críticas e provar que estavam vivos e afim de fazer barulho na cena. Dava pra sentir a empolgação por parte da banda.


Entretanto, chegando a certa altura do fim de 2013, mudanças ocorreram. Mesmo com tudo já gravado e pronto, algo estava atrasando a banda. Era o Ricardo, que estava especialmente focado no Angra, e de alguma forma, não contribuía do modo esperado com a sonoridade que estava sendo construída, que de fato, era bem, bem diferente de tudo que o Shaman havia feito até então. Houve então uma conversa entre os membros da banda, que refletiu na atitude de mudança de titularidade pouco depois. O Shaman foi desativado, mas não acabou. Apenas está hibernando, e todos os membros ainda fazem parte da banda. Logo, no futuro, quando, ou se a banda for reativada, todos os membros voltarão normalmente. Todavia, frente a tanta dedicação e entrega que os membros agregaram ao trabalho, com muita química e entrosamento, com todos os membros não se dedicando apenas ao seu próprio instrumento, mas também acrescentando ideias aos demais, os caras sentiram que seria sensato tocar aquilo adiante de qualquer forma.


Com as demos apresentando um trabalho mais violento, a banda percebeu que aquilo era a alma de sua química, e gostaram tanto, que encararam como não tendo volta. "No turn at all". Era aquilo. Através dessa frase, surgiu o nome Noturnall, na capital paulista.


Tudo já estava gravado, exceto a bateria, e os caras procuravam alguém pra completar essas linhas. Pensaram então em Aquiles Priester (Hangar, ex-Angra), que acolheu a ideia e foi capaz de fazer o processo ao inverso: acrescentar as linhas de bateria às músicas já prontas. Mas ele fez mais do que isso; trouxe uma nova energia aos entornos da banda.


O passo seguinte foi Nova Iorque, nos Estados Unidos, para onde o grupo viajou a fim de produzir o disco e gravar o videoclipe da faixa "Nocturnal Humans Side", que conta com a primorosa participação de Russell Allen (Symphony XAdrenaline Mob), que também é o responsável pela produção do trampo. Dali, tudo ganhou forma final, e essa forma final, rapaz... impressiona. Impressiona mesmo!


Lançado em fevereiro de 2014, "Noturnall" é um álbum que, com segurança, é de se tirar o chapéu. Calcado em um Progressive Metal atormentante e violento, sua sonoridade é moderna e esmagadora. É também bem verdade que ele é complexo. A primeira audição pode soar linear demais, tornando as coisas difíceis de assimilar. Mas como todo bom Prog, com as repetições da experiência, tudo vai clareando, e o disco vai se mostrando construído sobre camadas de maestria e técnica.


Não se trata de um trabalho composto por músicas extensas, maçantes, com faixas de diferentes e imersivas atmosferas, ou trechos onde cada músico tem sua vez para mostrar que sabe tocar, como é típico em bandas mais generalizadas do estilo. Pelo contrário: elas têm em média 4 minutos e meio de duração, e a "fritação" (que sim, existe) emerge por parte de todos os instrumentos, compactados numa mescla que talvez não tenha o intuito de mostrar que toca pra caralho, mas de contribuir com uma sonoridade mais pegada e turbulenta, abundante em quebradas progressivas, quebradas tais que são alucinantes, diga-se de passagem.


Ponto muito marcante é a performance de todos os músicos, que é simplesmente impressionante: a começar pela voz de Thiago Bianchi, que confessa que o intérprete talvez esteja no auge de sua capacidade; impõe respeito e moral através de fortes drives em algo á lá Southern Metal, mas também mostra-se perspicaz nos trechos mais suaves e etéreos. Exatamente por isso, sua voz casa com perfeição à de Russell Allen em "Nocturnal Humans Side", mantendo os dois em consonância, não deixando, portanto, a peteca cair com a alternância das vozes; A guitarra de Léo Mancini sola com veemência, frita bastante, é verdade, mas também toca com feeling. Normalmente as pessoas separam os dois aspectos, mas eles podem ser unidos, e Mancini mostra isso de forma linda, como em "Hate", por exemplo. É muito sua característica própria a iniciação de um solo com feeling, e lentamente aumentar o ritmo até se tornar fugaz; em meio a tanta turbulência, é difícil parar pra perceber o contrabaixo de Fernando Quesada, mas é igualmente impressionante o quão veloz é sua forma de tocar e acompanhar os demais instrumentos. Claro, ele também tem sua vez, brevemente utilizada após um solo matador na faixa "Fake Healers"; Na medida e nos momentos certos encontram-se os teclados de Juninho Carelli que complementam o toque moderno que a guitarra já esbanja com naturalidade. Seus efeitos tecnológicos e urbanos dão o exato perfil do conceito da banda, e a exemplo do que Jordan Rudess vem fazendo, solos de teclados virtuais no iPad são introduzidos, contribuindo com variedade de recursos sem exageros em quantidade de teclados; e por fim, vem a já conhecida bateria de Aquiles Priester. Sempre espera-se muito do gaúcho, mas nesse álbum ele supera as expectativas talvez até do mais otimista dos fãs. Eu diria que é um dos melhores, senão o melhor trabalho já feito por Aquiles em seu instrumento. O cara espanca o instrumento, faz uso de diversos recursos, muita virada, e contribui com uma incansável energia que acaba por ser imprescindível às canções. É difícil prever onde baterá a seguir, e essa imprevisão é reflexo de sua coroa de criatividade, reafirmando a ideia de que se trata de um dos melhores bateristas a nível mundial.


A mistura de todos os elementos humanos criou uma massa de tal consistência que torna o trampo cativante. Tenha certeza que estamos lidando com algo bombástico, agressivo, e moderno. Mas fique tranquilo, não é "pé na porta" o tempo inteiro, pois os refrões de algumas músicas são mais melódicos e cadenciados, como em "Master of Deception" ou "St. Trigger", ao passo de que canções mais baladas também fazem parte do repertório, como a belíssima "Last Wish", e "The Blame Game", que fecha o disco com seus violões e piano, algo inesperado após um disco de vivacidade e prepotência.

No dia 29 de março de 2014 foi gravado, no Carioca Club, em São Paulo, o que viria a ser já o primeiro DVD dos caras. Lançado em setembro, "First Night Live" conta com um extensivo set que totaliza uma hora e meia de concerto, tempo acrescido por conteúdos extras na versão em DVD, como making of e videos clipes das faixas "No Turn At All", "Nocturnal Human Side", além de "Woman In Chains", cover do Tears For Fears, que a banda gravou em dueto entre Thiago Bianchi e Maria Odette sua mãe, em homenagem ao dia das mães. O registro do show foi é muito bom e conta inclusive com a presença de alguns covers como "Symphony of Destruction", do Megadeth, "Stand Up and Shout" do Dio, e "War Pigs" do Black Sabbath, encerrando a apresentação na casa de show paulistana. Poderia ser melhor produzido, dando mais ênfase para a guitarra base, mas dá pra sentir bem o clima.


É bem verdade que, no fundo, até agora a banda não fez algo original. De alta qualidade, sim!, de enorme competência, sim!, estupefato, sim!, de exímia criatividade, sem dúvidas! Não se faz Prog desse cunho sem alicerçar criatividade e técnica. Porém, soa muito como uma mistura entre Symphony XDream Theater e Adrenaline Mob. Thiago canta de forma demasiadamente parecida com a do Russell, o que fortalece ainda mais essa impressão, e até me levou a, na primeira ouvida, pensar que Russell emprestasse sua voz no decorrer do disco. Por esse motivo, se fosse para atribuir notas, eu daria 9/10.


Ouçam sem medo, e esqueçam o Shaman. É uma nova banda, paralela ao Shaman, e os membros estão empolgados. Querem agitar a cena, e querem vir pra ficar. Quem sabe a banda não engrena e nos presenteia com mais álbuns de qualidade? Esse debut, por si só, já é de uma maravilhosidade matadora.





 Noturnall (2014)





01 - No Turn At All


02 - Nocturnal Humans Side (feat. Russell Allen)


03 - Zombies


04 - Master of Deception


05 - St. Trigger


06 - Sugar Pill


07 - Last Wish


08 - Hate


09 - Fake Healers


10 - The Blame Game



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 First Night Live (Live) (2014)





01 - Intro

02 - No Turn At All

03 - St. Trigger

04 - Inferno Veil

05 - Zombies

06 - Master of Deception

07 - Hate!

08 - Aquiles Priester Psychoctopus Solo

09 - Last Wish (feat. Luiz Vernando Venturelli)

10 - Symphony of Destruction (feat. Luiz Vernando Venturelli) (Megadeth Cover)

11 - Léo Mancini Solo - Intro Brazilian Act

12 - Fake Healers

13 - Sugar Pill

14 - Nocturnal Human Side (feat. Russel Allen)

15 - Stand Up and Shout (feat. Russel Allen) (Ronnie James Dio Cover)

16 - War Pigs (feat. Russel Allen) (Black Sabbath Cover)



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 Back To Fuck You Up! (2015)





01 - Enquanto A Trégua Não Vem...

02 - Back To Fuck You Up!

03 - Zombies (The Holy Trinity)

04 - Fight The System

05 - Major Cover Ups

06 - Industry of Fear

07 - This Life

08 - Green Disease

09 - We Are Not Alone

10 - Rise Now!

11 - Sick and Tired of It All



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Noturnall - 9 - 2017



 01. Hey!

02. Change

03. Wake Up!

04. Moving On

05. Mysterious

06. Heart As One

07. What You Waiting For

08. Shadows

09. Pain



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NOTURNALLCosmic Redemption - 2023
01. Try Harder
02. Reset the Game
03. Lie to You
04. Shallow Grave
05. Shadows (Walking Through)
06. Cosmic Redemption
07. Scream! For!! Me!!! (feat. Mike Portnoy)
08. O tempo não para (feat. Ney Matogrosso)
09. Take Control (feat. David Ellefson)
10. The Great Filter

Download EM BREVE








http://i.imgur.com/7onuU4N.jpg

Discografia Noturnall

Lembro quando eu era pequeno, e uma novela chamada "O Beijo do Vampiro" era transmitida pela Rede Globo no fim da tarde. Acompanhei ela inteira, e era especialmente atraído por uma das músicas que fizeram parte da trilha sonora. Algum tempo depois, não me recordo se a novela já havia acabado ou se foi durante sua transmissão ainda, meu irmão compra um disco que ele diz ter 'aquela tal música'. Era o álbum "Ritual", do Shaman, lançado em 2002 (exata época em que a novela foi transmitida), e ele continha aquela canção, chamada "Fairy Tale". Por muito tempo ouvi apenas aquela música... Eu tinha nove anos na época. Tava começando a me introduzir no mundo do Heavy Metal, e já estava ficando obcecado pelo Iron Maiden. Logo, foi questão de tempo até eu começar a ouvir ao Angra, e novamente mirar meus olhos sobre o Shaman, percebendo que "Ritual" é um disco sensacional em sua totalidade. Descobri que era muito aclamado, e que "Fairy Tale" é um dos clássicos absolutos, acolhidos pelo público headbanger de forma calorosa. Não é à toa que a canção faz parte do repertório dos shows do "gogozinho afinado" até os dias atuais.
Agora, me impressiona mesmo é como aquela banda, que à época de "Ritual" tinha tudo para ser verdadeiramente grandiosa e um forte expoente do Metal brasileiro, acabou desandando um pouco. Isso já vai desde ainda na época de Andre na linha de frente, à altura do álbum "Reason", lançado em 2005. Após um debut inspirado e um DVD com excelente repercussão, era de se esperar algo igualmente explosivo na sequência, mas não foi o que aconteceu. Claro, "Reason" é excelente, gosto demais, mas não foi muito bem recebido pelos fãs e crítica.
Após a saída de Andre Matos e dos irmãos Jesus e Jesus Jr., digo, Luís (baixo) e Hugo Mariutti (guitarra), o futuro da banda ficou bastante incerto. Porém, o baterista e fundador do grupo, Ricardo Confessori, prosseguiu com a banda, reformulando o line-up com o vocalista Thiago Bianchi, o guitarrista Léo Mancini e o baixista Fernando Quesada, além de Fabrizio di Sarno nos teclados. Tragicamente, o nome Shaman perdeu força desde então. "Immortal" (2007) e "Origins" (2010) mostraram-se ótimos álbuns, mas alguma coisa não estava funcionando e os fãs não estavam gostando tanto, como se alguma nuvem carregada estivesse pairando sobre os céus da banda, e os respingos da chuva pudessem ser sentidos nos rostos dos fãs.
Nessa tragédia de percurso, a banda perdeu força, perdeu expressão, sobrando críticas até mesmo ao vocalista Thiago Bianchi, que nunca achei ruim como alguns bravamente diziam, e sempre parecia que algo de bom poderia ser desenvolvido ali.
Pois é. As coisas se mantiveram nesse clima negativo até que, em 2013, um novo álbum foi anunciado para 2014, e detalhes da capa e do videoclipe promocional começaram a ser lentamente apresentados. Era o Shaman criando expectativas de, enfim, um álbum para rechaçar as críticas e provar que estavam vivos e afim de fazer barulho na cena. Dava pra sentir a empolgação por parte da banda.
Entretanto, chegando a certa altura do fim de 2013, mudanças ocorreram. Mesmo com tudo já gravado e pronto, algo estava atrasando a banda. Era o Ricardo, que estava especialmente focado no Angra, e de alguma forma, não contribuía do modo esperado com a sonoridade que estava sendo construída, que de fato, era bem, bem diferente de tudo que o Shaman havia feito até então. Houve então uma conversa entre os membros da banda, que refletiu na atitude de mudança de titularidade pouco depois. O Shaman foi desativado, mas não acabou. Apenas está hibernando, e todos os membros ainda fazem parte da banda. Logo, no futuro, quando, ou se a banda for reativada, todos os membros voltarão normalmente. Todavia, frente a tanta dedicação e entrega que os membros agregaram ao trabalho, com muita química e entrosamento, com todos os membros não se dedicando apenas ao seu próprio instrumento, mas também acrescentando ideias aos demais, os caras sentiram que seria sensato tocar aquilo adiante de qualquer forma.
Com as demos apresentando um trabalho mais violento, a banda percebeu que aquilo era a alma de sua química, e gostaram tanto, que encararam como não tendo volta. "No turn at all". Era aquilo. Através dessa frase, surgiu o nome Noturnall, na capital paulista.
Tudo já estava gravado, exceto a bateria, e os caras procuravam alguém pra completar essas linhas. Pensaram então em Aquiles Priester (Hangar, ex-Angra), que acolheu a ideia e foi capaz de fazer o processo ao inverso: acrescentar as linhas de bateria às músicas já prontas. Mas ele fez mais do que isso; trouxe uma nova energia aos entornos da banda.
O passo seguinte foi Nova Iorque, nos Estados Unidos, para onde o grupo viajou a fim de produzir o disco e gravar o videoclipe da faixa "Nocturnal Humans Side", que conta com a primorosa participação de Russell Allen (Symphony XAdrenaline Mob), que também é o responsável pela produção do trampo. Dali, tudo ganhou forma final, e essa forma final, rapaz... impressiona. Impressiona mesmo!
Lançado em fevereiro de 2014, "Noturnall" é um álbum que, com segurança, é de se tirar o chapéu. Calcado em um Progressive Metal atormentante e violento, sua sonoridade é moderna e esmagadora. É também bem verdade que ele é complexo. A primeira audição pode soar linear demais, tornando as coisas difíceis de assimilar. Mas como todo bom Prog, com as repetições da experiência, tudo vai clareando, e o disco vai se mostrando construído sobre camadas de maestria e técnica.
Não se trata de um trabalho composto por músicas extensas, maçantes, com faixas de diferentes e imersivas atmosferas, ou trechos onde cada músico tem sua vez para mostrar que sabe tocar, como é típico em bandas mais generalizadas do estilo. Pelo contrário: elas têm em média 4 minutos e meio de duração, e a "fritação" (que sim, existe) emerge por parte de todos os instrumentos, compactados numa mescla que talvez não tenha o intuito de mostrar que toca pra caralho, mas de contribuir com uma sonoridade mais pegada e turbulenta, abundante em quebradas progressivas, quebradas tais que são alucinantes, diga-se de passagem.
Ponto muito marcante é a performance de todos os músicos, que é simplesmente impressionante: a começar pela voz de Thiago Bianchi, que confessa que o intérprete talvez esteja no auge de sua capacidade; impõe respeito e moral através de fortes drives em algo á lá Southern Metal, mas também mostra-se perspicaz nos trechos mais suaves e etéreos. Exatamente por isso, sua voz casa com perfeição à de Russell Allen em "Nocturnal Humans Side", mantendo os dois em consonância, não deixando, portanto, a peteca cair com a alternância das vozes; A guitarra de Léo Mancini sola com veemência, frita bastante, é verdade, mas também toca com feeling. Normalmente as pessoas separam os dois aspectos, mas eles podem ser unidos, e Mancini mostra isso de forma linda, como em "Hate", por exemplo. É muito sua característica própria a iniciação de um solo com feeling, e lentamente aumentar o ritmo até se tornar fugaz; em meio a tanta turbulência, é difícil parar pra perceber o contrabaixo de Fernando Quesada, mas é igualmente impressionante o quão veloz é sua forma de tocar e acompanhar os demais instrumentos. Claro, ele também tem sua vez, brevemente utilizada após um solo matador na faixa "Fake Healers"; Na medida e nos momentos certos encontram-se os teclados de Juninho Carelli que complementam o toque moderno que a guitarra já esbanja com naturalidade. Seus efeitos tecnológicos e urbanos dão o exato perfil do conceito da banda, e a exemplo do que Jordan Rudess vem fazendo, solos de teclados virtuais no iPad são introduzidos, contribuindo com variedade de recursos sem exageros em quantidade de teclados; e por fim, vem a já conhecida bateria de Aquiles Priester. Sempre espera-se muito do gaúcho, mas nesse álbum ele supera as expectativas talvez até do mais otimista dos fãs. Eu diria que é um dos melhores, senão o melhor trabalho já feito por Aquiles em seu instrumento. O cara espanca o instrumento, faz uso de diversos recursos, muita virada, e contribui com uma incansável energia que acaba por ser imprescindível às canções. É difícil prever onde baterá a seguir, e essa imprevisão é reflexo de sua coroa de criatividade, reafirmando a ideia de que se trata de um dos melhores bateristas a nível mundial.
A mistura de todos os elementos humanos criou uma massa de tal consistência que torna o trampo cativante. Tenha certeza que estamos lidando com algo bombástico, agressivo, e moderno. Mas fique tranquilo, não é "pé na porta" o tempo inteiro, pois os refrões de algumas músicas são mais melódicos e cadenciados, como em "Master of Deception" ou "St. Trigger", ao passo de que canções mais baladas também fazem parte do repertório, como a belíssima "Last Wish", e "The Blame Game", que fecha o disco com seus violões e piano, algo inesperado após um disco de vivacidade e prepotência.
No dia 29 de março de 2014 foi gravado, no Carioca Club, em São Paulo, o que viria a ser já o primeiro DVD dos caras. Lançado em setembro, "First Night Live" conta com um extensivo set que totaliza uma hora e meia de concerto, tempo acrescido por conteúdos extras na versão em DVD, como making of e videos clipes das faixas "No Turn At All", "Nocturnal Human Side", além de "Woman In Chains", cover do Tears For Fears, que a banda gravou em dueto entre Thiago Bianchi e Maria Odette sua mãe, em homenagem ao dia das mães. O registro do show foi é muito bom e conta inclusive com a presença de alguns covers como "Symphony of Destruction", do Megadeth, "Stand Up and Shout" do Dio, e "War Pigs" do Black Sabbath, encerrando a apresentação na casa de show paulistana. Poderia ser melhor produzido, dando mais ênfase para a guitarra base, mas dá pra sentir bem o clima.
É bem verdade que, no fundo, até agora a banda não fez algo original. De alta qualidade, sim!, de enorme competência, sim!, estupefato, sim!, de exímia criatividade, sem dúvidas! Não se faz Prog desse cunho sem alicerçar criatividade e técnica. Porém, soa muito como uma mistura entre Symphony XDream Theater e Adrenaline Mob. Thiago canta de forma demasiadamente parecida com a do Russell, o que fortalece ainda mais essa impressão, e até me levou a, na primeira ouvida, pensar que Russell emprestasse sua voz no decorrer do disco. Por esse motivo, se fosse para atribuir notas, eu daria 9/10.
Ouçam sem medo, e esqueçam o Shaman. É uma nova banda, paralela ao Shaman, e os membros estão empolgados. Querem agitar a cena, e querem vir pra ficar. Quem sabe a banda não engrena e nos presenteia com mais álbuns de qualidade? Esse debut, por si só, já é de uma maravilhosidade matadora.
Contato:
Site Oficial: http://noturnall.com/
Instagram: https://www.instagram.com/noturnall/

 Noturnall (2014)

01 - No Turn At All
02 - Nocturnal Humans Side (feat. Russell Allen)
03 - Zombies
04 - Master of Deception
05 - St. Trigger
06 - Sugar Pill
07 - Last Wish
08 - Hate
09 - Fake Healers
10 - The Blame Game
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 First Night Live (Live) (2014)

01 - Intro
02 - No Turn At All
03 - St. Trigger
04 - Inferno Veil
05 - Zombies
06 - Master of Deception
07 - Hate!
08 - Aquiles Priester Psychoctopus Solo
09 - Last Wish (feat. Luiz Vernando Venturelli)
10 - Symphony of Destruction (feat. Luiz Vernando Venturelli) (Megadeth Cover)
11 - Léo Mancini Solo - Intro Brazilian Act
12 - Fake Healers
13 - Sugar Pill
14 - Nocturnal Human Side (feat. Russel Allen)
15 - Stand Up and Shout (feat. Russel Allen) (Ronnie James Dio Cover)
16 - War Pigs (feat. Russel Allen) (Black Sabbath Cover)

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 Back To Fuck You Up! (2015)

01 - Enquanto A Trégua Não Vem...
02 - Back To Fuck You Up!
03 - Zombies (The Holy Trinity)
04 - Fight The System
05 - Major Cover Ups
06 - Industry of Fear
07 - This Life
08 - Green Disease
09 - We Are Not Alone
10 - Rise Now!
11 - Sick and Tired of It All

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Noturnall - 2017 - 09

 01. Hey!
02. Change
03. Wake Up!
04. Moving On
05. Mysterious
06. Heart As One
07. What You Waiting For
08. Shadows
09. Pain

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Discografia Shaman







Uma banda brazuka por aqui! Já faz um tempo que estou pra postar o Shaman. O grupo teve início em 2000, quando os músicos Andre Matos (vocal e teclado, ex-Viper e Angra), Luis Mariutti (baixo, ex-Firebox) e Ricardo Confessori (bateria, ex-Korzus) deixaram o Angra. Logo em seguida foi a vez de Hugo Mariutti se unir ao conjunto. Após um sucesso estrondoso de Ritual (2002) e principalmente da música Fairy Tale, que virou até tema de novela global na época, a banda seguiu em turnê por vários países, sempre sendo bem recebidos pelos fãs. O legal do grupo é que ele conseguiu agradar os fãs antigos do Angra e de Andre Matos, mas também adquiriu novos adoradores. Aproveitando esta excelente fase, o grupo gravou o DVD ao vivo o Ritual Live em 2003. Um trabalho fantástico, com as participações ilustres de Tobias Sammet (EdguyAvantasia), Sascha Paeth (Heavens Gate, Avantasia), Andi Deris (Helloween) e Michael Weikath (Helloween), entre outros.

Em 2005, surge Reason, álbum que além de apresentar mudanças na sonoridade do conjunto, mostrou também a nova grafia de seu nome: Shaaman. Esta modificação foi sugestão de um nomerólogo. Algo que pelo visto não ajudou muito o grupo, muito pelo contrário, pois, após desavenças entre os integrantes, o grupo resolveu encerrar suas atividades. Um longo período de crise se seguiu, pois Ricardo Confessori, alegava que detinha o direito de continuar a banda, pois ele a havia registrado, o que desagradou os demais membros. Após um tempo nesta discussão inútil, que prejudicou bastante a carreira dos integrantes (a exceção de Andre Matos, claro!), Ricardo Confessori anuncia que retomaria a banda com outros músicos.

Integraram recentemente a banda, o vocalista Thiago Bianchi (ex-Karma), o guitarrista Léo Mancini (ex-Tempestt), o tecladista Fabrizio Di Sarno (ex-Karma) e o baixista Fernando Quesada. Com esta formação é lançado Immortal em 2007. Eu gostei muito desse álbum novo, apesar do Thiago não ser tão bom quanto o Andre, é um excelente vocalista. Hoje ganhamos duas ótimas bandas, pois o Shaman segue a todo vapor e Andre Matos, trabalha firme em seu projeto solo!



Três anos depois, o Shaman presenteia os fãs brasileiros com mais um lançamento, superior ao seu antescessor "Immortal". É lançado em 2010 o álbum "Origins". Um excelente álbum, que delicia os ouvidos de qualquer um que o ouça logo na primeira ouvida. Se ouvir mais vezes, pode até viciar.





 Ritual (2002)



01 - Ancient Winds

02 - Here I Am

03 - Distant Thunder

04 - For Tomorrow

05 - Time Will Come

06 - Over Your Head

07 - Fairy Tale

08 - Blind Spell

09 - Ritual

10 - Pride (feat. Tobias Sammet)



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 Ritualive (2003)



01 - Ancient Winds

02 - Here I Am

03 - Distant Thunder

04 - For Tomorrow

05 - Time Will Come

06 - Lisbon

07 - Guitar Solo

08 - Drum Solo

09 - Over Your Head

10 - Piano Solo

11 - Fairy Tale

12 - Blind Spell

13 - Ritual

14 - Sign of The Cross (feat. Tobias Sammet) (Avantasia Cover)

15 - Pride (feat. Tobias Sammet)

16 - Carry On

17 - Eagle Fly Free (feat. Andi Derris) (Helloween Cover)

18 - Lasting Child



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 Reason (2005)



01 - Turn Away

02 - Reason

03 - More

04 - Innocence

05 - Scarred Forever

06 - In The Night

07 - Rough Stone

08 - Iron Soul

09 - Trail of Tears

10 - Born To Be



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 Immortal (2007)



01 - Renovatti

02 - Inside Chains

03 - Tribal By Blood

04 - Immortal

05 - One Life

06 - In The Dark

07 - Strength

08 - Freedom

09 - Never Yield!

10 - The Yellow Brick Road

11 - In The Dark (Acoustic Version - Bonus Track)



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Anime Alive, 2008 (2009)



01. Renovatti

02. Inside Chains

03. Strength

04. For Tomorrow

05. Nothing To Say

06. Freedom

07. Anime Drums

08. Ninja Solo

09. In The Dark

10. One Life

11. Carry On

12. Fairy Tale

13. Immortal

14. Kurenai (X Japan Cover)



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 Origins (2010)



01 - Origins (The Day I Died)

02 - Lethal Awakening

03 - Inferno Veil

04 - Ego Pt 1

05 - Ego Pt 2

06 - Finally Home

07 - Rising Up To Life

08 - No Mind

09 - Blind Messiah

10 - S.S.D. (Signed, Sealed and Deliver)

11 - Kurenai (X-Japan Cover) (Japanese Bonus Track)



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Discografia Shaman

Uma banda brazuka por aqui! Já faz um tempo que estou pra postar o Shaman. O grupo teve início em 2000, quando os músicos Andre Matos (vocal e teclado, ex-Viper e Angra), Luis Mariutti (baixo, ex-Firebox) e Ricardo Confessori (bateria, ex-Korzus) deixaram o Angra. Logo em seguida foi a vez de Hugo Mariutti se unir ao conjunto. Após um sucesso estrondoso de Ritual (2002) e principalmente da música Fairy Tale, que virou até tema de novela global na época, a banda seguiu em turnê por vários países, sempre sendo bem recebidos pelos fãs. O legal do grupo é que ele conseguiu agradar os fãs antigos do Angra e de Andre Matos, mas também adquiriu novos adoradores. Aproveitando esta excelente fase, o grupo gravou o DVD ao vivo o Ritual Live em 2003. Um trabalho fantástico, com as participações ilustres de Tobias Sammet (EdguyAvantasia), Sascha Paeth (Heavens Gate, Avantasia), Andi Deris (Helloween) e Michael Weikath (Helloween), entre outros.
Em 2005, surge Reason, álbum que além de apresentar mudanças na sonoridade do conjunto, mostrou também a nova grafia de seu nome: Shaaman. Esta modificação foi sugestão de um nomerólogo. Algo que pelo visto não ajudou muito o grupo, muito pelo contrário, pois, após desavenças entre os integrantes, o grupo resolveu encerrar suas atividades. Um longo período de crise se seguiu, pois Ricardo Confessori, alegava que detinha o direito de continuar a banda, pois ele a havia registrado, o que desagradou os demais membros. Após um tempo nesta discussão inútil, que prejudicou bastante a carreira dos integrantes (a exceção de Andre Matos, claro!), Ricardo Confessori anuncia que retomaria a banda com outros músicos.
Integraram recentemente a banda, o vocalista Thiago Bianchi (ex-Karma), o guitarrista Léo Mancini (ex-Tempestt), o tecladista Fabrizio Di Sarno (ex-Karma) e o baixista Fernando Quesada. Com esta formação é lançado Immortal em 2007. Eu gostei muito desse álbum novo, apesar do Thiago não ser tão bom quanto o Andre, é um excelente vocalista. Hoje ganhamos duas ótimas bandas, pois o Shaman segue a todo vapor e Andre Matos, trabalha firme em seu projeto solo!
Três anos depois, o Shaman presenteia os fãs brasileiros com mais um lançamento, superior ao seu antescessor "Immortal". É lançado em 2010 o álbum "Origins". Um excelente álbum, que delicia os ouvidos de qualquer um que o ouça logo na primeira ouvida. Se ouvir mais vezes, pode até viciar.


 Ritual (2002)

01 - Ancient Winds
02 - Here I Am
03 - Distant Thunder
04 - For Tomorrow
05 - Time Will Come
06 - Over Your Head
07 - Fairy Tale
08 - Blind Spell
09 - Ritual
10 - Pride (feat. Tobias Sammet)

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 Ritualive (2003)

01 - Ancient Winds
02 - Here I Am
03 - Distant Thunder
04 - For Tomorrow
05 - Time Will Come
06 - Lisbon
07 - Guitar Solo
08 - Drum Solo
09 - Over Your Head
10 - Piano Solo
11 - Fairy Tale
12 - Blind Spell
13 - Ritual
14 - Sign of The Cross (feat. Tobias Sammet) (Avantasia Cover)
15 - Pride (feat. Tobias Sammet)
16 - Carry On
17 - Eagle Fly Free (feat. Andi Derris) (Helloween Cover)
18 - Lasting Child

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 Reason (2005)

01 - Turn Away
02 - Reason
03 - More
04 - Innocence
05 - Scarred Forever
06 - In The Night
07 - Rough Stone
08 - Iron Soul
09 - Trail of Tears
10 - Born To Be

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 Immortal (2007)

01 - Renovatti
02 - Inside Chains
03 - Tribal By Blood
04 - Immortal
05 - One Life
06 - In The Dark
07 - Strength
08 - Freedom
09 - Never Yield!
10 - The Yellow Brick Road
11 - In The Dark (Acoustic Version - Bonus Track)

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Anime Alive, 2008 (2009)

01. Renovatti
02. Inside Chains
03. Strength
04. For Tomorrow
05. Nothing To Say
06. Freedom
07. Anime Drums
08. Ninja Solo
09. In The Dark
10. One Life
11. Carry On
12. Fairy Tale
13. Immortal
14. Kurenai (X Japan Cover)

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 Origins (2010)

01 - Origins (The Day I Died)
02 - Lethal Awakening
03 - Inferno Veil
04 - Ego Pt 1
05 - Ego Pt 2
06 - Finally Home
07 - Rising Up To Life
08 - No Mind
09 - Blind Messiah
10 - S.S.D. (Signed, Sealed and Deliver)
11 - Kurenai (X-Japan Cover) (Japanese Bonus Track)

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Discografia Bad Salad








Pouquíssimo tempo de estrada e já estreando com um disco tão bom! O
Bad Salad iniciou suas atividades na Brasília de 2007, sem grandes
preocupações em adotar uma linha musical específica, apenas tendo como
objetivo escrever canções durante as jam sessions que realizavam. A
procura pela formação ideal fez com que permanecessem em um hiato que se
estendeu pelos próximos dois anos, mas tudo se ajeitou e o resultado
agora se cristaliza no debut "Uncivilized".




Bad Salad é uma banda de metal progressivo de Brasília, Brasil. A banda
fez parte do line-up do evento de música progressiva Progressive Nation
at sea em 2014, organizado pelo ex-baterista do Dream Theater Mike
Portnoy, grande influenciador da banda.

Ainda que o Bad Salad admita que não tivesse como premissa um estilo
específico, bastam alguns minutos de audição para concluir que toda a
virtuose empregada situa "Uncivilized" no chamado Prog Metal, sendo
inegável a influência do Dream Theater em suas composições – mas que de
forma alguma desmereça qualquer aspecto deste primeiro disco, dada a
fluidez e carisma que permeiam os mais de 70 minutos do repertório.Ou
seja, os brasilienses possuem garra mais do que suficiente para que
cada canção se sustente por si própria. Intrincado de forma sensata ou
com melodias que esbanjam feeling, cada músico possui espaço para
mostrar a intimidade com seus respectivos instrumentos.
E, mesmo que "Uncivilized" reserve novas descobertas ao longo de tantas
variações rítmicas, algo que acrescenta de forma positiva é a
capacidade do Bad Salad em oferecer freqüentes ocasiões 'grudentas'.

São
sete canções, onde apenas duas delas possuem menos de 10 minutos e,
independente de "Crowded Sky" (excelente solo de guitarra) e "Nemesis"
serem os singles, há algo muito especial envolvendo a introspectiva
"Mourning", que vai crescendo e mostra um vocalista que convence pela
ausência de exageros; e ainda a gostosa "Sights From Within", cheia de
nuances, orquestrações e muita distorção.

Apenas como curiosidade,
vale citar que o guitarrista Thiago Campos foi uma das primeiras
pessoas a tecer comentários analíticos sobre "A Dramatic Turn Of
Events", liberado pelo Dream Theater
em 2011, argumentos que inclusive receberam o respaldo do próprio Mike
Portnoy. Ou seja, este fato comprova que o Bad Salad sabe o que faz e
está perfeitamente confortável neste estilo. Ao contrário da esquisitice
do nome de batismo, a salada é boa!























Crowded Sky (Single) (2010)



01 - Crowded Sky



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Nemesis Single - 2011



01 - Nemesis



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Uncivilized - 2012



01 - Crowded Sky

02 - Nemesis

03 - Mourning

04 - The Second Calling

05 - Damned

06 - Sights From Within

07 - Dawn of The Machine



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Puzzled - (EP) - 2013



01 - Pain That Binds Us

02 - Moonlight

03 - Deep Roots



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Discografia Bad Salad

Pouquíssimo tempo de estrada e já estreando com um disco tão bom! O Bad Salad iniciou suas atividades na Brasília de 2007, sem grandes preocupações em adotar uma linha musical específica, apenas tendo como objetivo escrever canções durante as jam sessions que realizavam. A procura pela formação ideal fez com que permanecessem em um hiato que se estendeu pelos próximos dois anos, mas tudo se ajeitou e o resultado agora se cristaliza no debut "Uncivilized".
Bad Salad é uma banda de metal progressivo de Brasília, Brasil. A banda fez parte do line-up do evento de música progressiva Progressive Nation at sea em 2014, organizado pelo ex-baterista do Dream Theater Mike Portnoy, grande influenciador da banda.
Ainda que o Bad Salad admita que não tivesse como premissa um estilo específico, bastam alguns minutos de audição para concluir que toda a virtuose empregada situa "Uncivilized" no chamado Prog Metal, sendo inegável a influência do Dream Theater em suas composições – mas que de forma alguma desmereça qualquer aspecto deste primeiro disco, dada a fluidez e carisma que permeiam os mais de 70 minutos do repertório.Ou seja, os brasilienses possuem garra mais do que suficiente para que cada canção se sustente por si própria. Intrincado de forma sensata ou com melodias que esbanjam feeling, cada músico possui espaço para mostrar a intimidade com seus respectivos instrumentos. E, mesmo que "Uncivilized" reserve novas descobertas ao longo de tantas variações rítmicas, algo que acrescenta de forma positiva é a capacidade do Bad Salad em oferecer freqüentes ocasiões 'grudentas'.
São sete canções, onde apenas duas delas possuem menos de 10 minutos e, independente de "Crowded Sky" (excelente solo de guitarra) e "Nemesis" serem os singles, há algo muito especial envolvendo a introspectiva "Mourning", que vai crescendo e mostra um vocalista que convence pela ausência de exageros; e ainda a gostosa "Sights From Within", cheia de nuances, orquestrações e muita distorção.
Apenas como curiosidade, vale citar que o guitarrista Thiago Campos foi uma das primeiras pessoas a tecer comentários analíticos sobre "A Dramatic Turn Of Events", liberado pelo Dream Theater em 2011, argumentos que inclusive receberam o respaldo do próprio Mike Portnoy. Ou seja, este fato comprova que o Bad Salad sabe o que faz e está perfeitamente confortável neste estilo. Ao contrário da esquisitice do nome de batismo, a salada é boa!










Crowded Sky (Single) (2010)

01 - Crowded Sky

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Nemesis Single - 2011

01 - Nemesis

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Uncivilized - 2012

01 - Crowded Sky
02 - Nemesis
03 - Mourning
04 - The Second Calling
05 - Damned
06 - Sights From Within
07 - Dawn of The Machine

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Puzzled - (EP) - 2013

01 - Pain That Binds Us
02 - Moonlight
03 - Deep Roots

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